segunda-feira, 3 de março de 2008
Amizade
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
O Jejum:uma oração poderosa e tranformadora.
A quaresma é tempo de conversão, dentro dos exercícios espirituais, a oração, o Jejum e a esmola, tempo rico onde o Espírito Santo trabalha a nossa santificação. Uma pratica excelente de vida espiritual é o Jejum. Ele nos ajuda a rezar com o corpo e nos dá o dom da temperança, do domínio de si, para controlar os nossos apetites desregrados. Serve para o amadurecimento espiritual e para os combates que travamos todos os dias. “O jejum que me agrada porventura consiste em o homem mortificar-se por um dia? Curvar a cabeça como um junco, deitar sobre o saco e a cinza? Podeis chamar isso um jejum, um dia agradável ao Senhor?” (Isaías 58,5)
Fiquei pensando nestas passagens da liturgia da quarta-feira de cinzas, que o jejum que agrada a Deus vai muito mais além das praticas de mortificação ou abstinência. O verdadeiro jejum deve partir do coração, deve provocar libertação e mudança de vida, ou seja, de comportamento, se não vale de nada, mesmo porque a maior prova da vida de oração e jejum é o bem comum, atingi aqueles que eu provoco escravidão, o jejum precisa mudar o meu comportamento com Deus e com os meus irmãos. De que adianta rezar tanto se meu comportamento não muda, continuo maltratando as pessoas, trabalhando desonestamente e mantendo os outros escravos do meu homem velho.
“Sabeis qual é o jejum que eu aprecio? - diz o Senhor Deus: É romper as cadeias injustas, desatar as cordas do jugo, mandar embora livres os oprimidos, e quebrar toda espécie de jugo”. (Isaías 58,6)
Muitas vezes associamos o jejum somente a privar-se de comer algo, muitas pessoas pensam em até emagrecer com o jejum. Existem muitas formas interessantes de ajudar nosso corpo a rezar: Já pensou em fazer jejum de silêncio, porque falamos demais e muitas veszes machucamos e cometemos erros. Já pensou em fazer jejum do consumismo e durante toda quaresma só comprar o estritamente necessário; não humilhar as pessoas, fazer um exercício de perdão, sempre dar o primeiro passo, jejuar do orgulho e da vaidade. Teve um ano que eu fiz jejum dos olhos, não vi TV durante quarenta dias e vigiei para não pecar pelo olhar: “os olhos são a janela da alma”.
“Jesus respondeu-lhes: Por causa de vossa falta de fé. Em verdade vos digo: se tiverdes fé, como um grão de mostarda, direis a esta montanha: Transporta-te daqui para lá, e ela irá; e nada vos será impossível. Quanto a esta espécie de demônio, só se pode expulsar à força de oração e de jejum”. (São Mateus 17,20)
O jejum é uma grande força espiritual, “pois não lutamos contra homens de carne e sangue, mas com os espíritos malignos espalhados pelos ares”. Os Santos sempre fizeram do jejum uma arma contra as forças do mal e como Jesus disse aos seus discípulos a oração e o jejum são armas fortes contra o demônio. A fé exige atos práticos, que revelem os frutos de minha conversão. O próprio Jesus é mestre, ele orou e jejuou durante quarenta dias antes de começar sua missão pública, daí revestido do Espírito Santo pode realizar a sua missão salvadora.
Deus abençoe o seu Jejum.
Minha benção fraterna.
Pe Luizinho,CN.
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2008
Sou Católico Parte II
Recebi alguns retornos sobre o texto que publiquei ontem... e concordo com vários dos que me mandaram e-mails, por isso, gostaria de explicar melhor.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
SOU CATÓLICO
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Qual é a minha parte?


segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Um exemplo de Madre Teresa
"No último dia do Congresso internacional de Bombaim, em 1964, Madre Teresa e suas irmãs saíram do Convento em Vie Parle onde eu era capelão e estavam a caminho do Oval, onde o Papa Paulo VI ia celebrar a Eucaristia. quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
Eu creio firmemente que há um só Deus, em três pessoas, realmente distintas:
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Convicção e Autenticidade
Somos convictos de nossa fé, de nosso amor por Jesus? Ou falamos uma coisa e
vivemos outra. Comecei a pensar nisso, após uma postagem da amiga Maria João em seu blog "Deus em tudo sempre", e encontrei esse texto que falava do mesmo assunto. Nós cristãos precisamos buscar essa autenticidade, e não simplesmente falar de Deus.
Boa leitura!
“Se fordes o que deveis ser, incendiareis o mundo inteiro...”
Disse, então, Jesus aos judeus que nele haviam crido: “Se permanecerdes na minha palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. (Jo. 8, 31-32).
Vivemos, atualmente, em uma sociedade que perdeu o sentido da verdade objetiva. Esta deixou de ser um parâmetro para se tornar algo que cada pessoa pode manipular segundo seus próprios interesses. Tudo é relativo, não existem leis estáveis: “Eu pessoalmente não faria um aborto, mas se você acha que o aborto é o melhor para você, sem problemas”, “porque não deixar que os homossexuais se casem e tenham filhos? O que importa é a felicidade”, “eu adoraria casar na igreja, mas se não der, Deus vai entender...”, “não é pecado faltar à missa aos domingos quando não se está com vontade de ir, o importante é não ser uma pessoa hipócrita...”.
Fala-se muito de tolerância, como sendo um valor primordial, quando os princípios fundamentais do homem passam para um segundo plano. Acima da verdade estão os sentimentos, os estados de espírito, as paixões, os modismos, o desejo de ser aceito a qualquer custo, e por isto vendemos tudo, inclusive nós mesmos.
(...)
No entanto, este estilo de vida “light” que parece nos deslumbrar, nunca nos trará a felicidade. Jesus Cristo, em contrapartida, nos mostra um caminho, que apesar de ser bastante exigente, é o único capaz de nos levar à autêntica felicidade. Quem conhece Cristo não pode deixar de amá-Lo, não pode deixar de ver toda a sua beleza e bondade, não pode ficar indiferente.
Deus se tornou para muitas pessoas uma espécie de recurso mágico. Caso precisem de algum consolo divino, ou quando se sentem impotentes perante um problema, elas se aproximam d’Ele, e ainda se atrevem a ficar chateados com Ele caso não recebam o que pediram; mas quando estão bem, se esquecem de que Deus existe. Porquê? Porque não o conhecem, porque não têm fé.
(...)
(
Temos consciência de que a autenticidade na vida de uma pessoa arrebata e deixa uma marca permanente, indelével. A sua vida não é como a das outras pessoas: passageira e fugaz, ou seja, a vida de uma pessoa autêntica transcende, mas porquê? Porque uma pessoa autêntica tem um sentido na vida, e esta vida está sustentada por princípios sólidos e íntegros.
Por esta razão, uma vida autêntica finca suas raízes em convicções bem profundas.
Ter uma certeza absoluta significa conhecer algo em profundidade, com interesse, com segurança, a tal ponto que esta certeza se transforma em uma idéia própria à qual me incorporo... já não existe mais as minhas crenças de um lado e o meu modo de viver do outro. A certeza une crença e ação.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Católico Pelo Direito de NÃO Decidir
Por Carlos Eduardo Maculan
"Deus não fez a morte, nem se alegra que pereçam os vivos » (Sab. 1, 13). É certo que Deus criou seres que não têm senão uma duração limitada e que a morte física não pode estar ausente do mundo dos viventes corporais. Mas, aquilo que é querido, antes de mais nada, é a vida; e, no universo visível, tudo foi feito em vista do homem, imagem de Deus e coroamento do mundo (cfr. Gén. 1, 26-28).
http://www.sociedadecatolica.com.br/modules/smartsection/item.php?itemid=92
Para citar este artigo:
MACULAN, Carlos Eduardo. Apostolado Veritatis Splendor: Católico Pelo Direito de NÃO Decidir. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/4765. Desde 14/2/2008
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
"A sociedade quis me matar e hoje eu sou doutor"
Um dos momentos que marcaram a tarde desta quinta-feira, 07, no I Congresso Internacional em Defesa da Vida, foi o testemunho do doutor Mauro Figueiroa. Confira a transcrição, na íntegra:
“Fala-se hoje sobre a defesa da vida. Falo sobre isso há mais de 50 anos. Nasci em maio de 1940 em Machu Pichu. Cheguei ao mundo com 20 centímetros e com 900 gramas. Não conheci as minhas mãos. Não conheci meus pés. Meus pais a princípio ficaram muito emocionados e choraram muito, preocupados com o que seria do meu futuro, um dia. Mas, mesmo assim, eles me deram calor humano paterno e materno. Fonte: http://noticias.cancaonova.com/noticia.php?id=251551
Figura: http://img.cancaonova.com/noticias/noticia/251551.jpg
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008
A sensação da fome atua como uma constante lembrança de que se deve ouvir a voz de Deus, na prática de orações litúrgicas e através de celebrações e leituras da Sagrada Escritura :- Ele fez-te sofrer e passar fome; depois, alimentou-te com esse maná que tu não conhecias e que os teus pais também não conheceram, para te ensinar que o homem não vive somente de pão mas de tudo o que sai da boca do Senhor. (Deut. 8,3).
Portanto Jejuar não é apenas estar disposto a enfrentar e aceitar a fome como renúncia às provisões, mas sobretudo a aceitar a vontade e soberania do Provedor; Jejuar é como uma parábola viva ou uma "linguagem personificada" de quem torna visível ou exterioriza uma necessidade interior da Providência de Deus.
Segundo a lei da Igreja são estes os dias de Jejum obrigatório :
- Quarta-Feira de Cinzas e Sexta-Feira da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo. (Cân. 1251).
Entretanto, durante todo o ano, somos convidados a jejuar, mas especialmente na quaresma.
Abstinência:
- às sextas feiras (durante todo o ano, exceto que coincidam com alguma solenidade da Igreja) é dia de abstinência, penitência ou obra de caridade. (Cân.1251.)
- na quaresma, a Igreja pede abstinência durante os quarenta dias (de carne ou escolha), bem como a de carne às quartas e sextas.
- ainda na quaresma, a Igreja pede jejum e abstinência de carne na Sexta feira da paixão e quarta feira de cinzas.
Alguns dados importantes, retirados do Site da CNBB:
Cân. 1249. - Todos os fiéis, cada um a seu modo, por lei divina têm obrigação de fazer penitência; para que todos se unam entre si em alguma observância comum de penitência, prescrevem-se os dias de penitência em que os fiéis de modo especial se dediquem à oração, exercitem obras de piedade e de caridade, se abneguem a si mesmos, cumprindo mais fielmente as próprias obrigações e sobretudo observando o jejum e a abstinência, segundo as normas dos Cânones...
“No Brasil, toda sexta-feira do ano é dia de penitência, a não ser que coincida com solenidade do calendário litúrgico. Os fiéis nesse dia se abstenham de carne ou outro alimento, ou pratiquem alguma forma de penitência, principalmente obra de caridade ou exercício de piedade. "
"A Quarta-feira de Cinzas e a Sexta-feira Santa, memória da Paixão e Morte de Cristo, são dias de jejum e abstinência. A abstinência pode ser substituída pelos próprios fiéis por outra prática de penitência, caridade ou piedade, particularmente pela participação nesses dias na Sagrada Liturgia”




