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segunda-feira, 30 de junho de 2008

Quando não comungar

“Assim, todas as vezes que comeis desse pão e bebeis desse cálice lembrais a morte do Senhor, até que venha. Portanto, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será culpável do corpo e do sangue do Senhor.
Que cada um se examine a si mesmo, e assim coma desse pão e beba desse cálice. Aquele que o come e o bebe sem distinguir o corpo do Senhor, come e bebe a sua própria condenação. “ 1 Cor 11, 26-30


Há pouco tempo ouvi uma pessoa comentando sobre o problema dos recasados (pessoa que se divorciou e está vivendo com outra pessoa), e o fato de, segundo a Igreja, não poder comungar... a pessoa reclamava e achava um absurdo o fato do Papa não permitir a comunhão a essas pessoas.


Ao ler hoje pela manhã essa passagem me lembrei dessa conversa... a Igreja não pode permitir que pessoas que estejam “vivendo em pecado”, já que o casamento é indissolúvel, e quem se casa com outra pessoa, está adulterando com relação à outra (1) .

Assim, quando a Igreja pede que seus filhos que estão em situação de pecado não comunguem, os está livrando da condenação!!

Assim como diz a passagem de I Corintios, que nos examinemos antes de receber o Corpo e o Sangue de Jesus, buscando sempre o Sacramento da Confissão.


(1)

  • “Não separe o homem aquilo que Deus uniu” (Mt 19,6)
  • “Ora, eu vos declaro que todo aquele que rejeita sua mulher, exceto no caso de matrimônio falso, e desposa uma outra, comete adultério” (Mt 19,9)
  • "O Senhor Jesus insistiu na intenção original do Criador, que queria um casamento indissolúvel. Ab-roga as tolerâncias que se tinham introduzido na Lei antiga. Entre batizados, o matrimonio ratificado e consumado não pode ser dissolvido por nenhum poder humano nem por nenhuma causa, exceto a morte". (Catecismo da Igreja Católica §2382)

4 comentários:

Dennys Reys disse...

Dai-nos Senhor entendimento!

disse...

Para muitos é difícil entender essa posição da nossa igreja.
As perguntas são tantas, principalmente quando há encontros de noivos, no qual faço em minha paróquia.
Seria necessário que nossos Padres dessem mais explicações a respeito.
Eu mesma muitas vezes me questiono, e não sei o que pensar.
Boa semana para você e que Deus te ilumine junto aos seus.
Rô!

Paulo disse...

Penso que o que dizes está certò, há luz das leis humanas, mas estará certo? O que será melhor aos olhos de Deus:
- Um casal viver em discussão constante e violência à mistura mas juntos por causa da sociedade, ou um casal (onde 1 ou os 2) serem divorciados e viverem em paz e harmonia como familia?

Ecclesiae Dei disse...

Complementando o texto sobre o Porque não comungar, e comentando com os meus queridos amigos que aqui deixam suas opiniões:

Realmente esse é um assunto complicado, que traz muitas dúvidas e discussões.

Uma coisa importante é que a Igreja aceita a separação de corpos, em caso de impossibilidade da permanência do casal junto - caso percebam que realmente não dá para permanecer casados.

O pecado consiste no novo casamento - nesse caso, a pessoa que é casada (na Igreja) e casa-se novamente, está adulterando com relação ao primeiro marido/esposa.

Importante lembrar que existem muitos casos em que é possível a "nulidade" do matrimônio. A Igreja não pode declará-los "divorciados", mas tem o poder que Jesus deu a Pedro (tudo o que ligares na terra eu ligarei no céu) de declarar que o matrimônio não aconteceu. Nesse caso, os dois são livres para contraírem um novo matrimônio.
Mas isso é assunto para outro post!!
Obrigado a todos os que interagiram, pelo e-mail ou pelos comentários no blog!

Abraços e a Paz de Jesus!!
João Batista
Ecclesiae Dei