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quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Por que ir a Igreja?

Por que ir a Igreja?



Um freqüentador de Igreja escreveu para o editor de um jornal e reclamou que não faz sentido ir a Igreja todos os domingos. " Eu tenho ido a Igreja por 30 anos", ele escreveu, " e durante este tempo eu ouvi uns 3.000 sermões." " Mas por minha vida, eu não consigo lembrar nenhum sequer deles... Assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os Padres estão desperdiçando o tempo deles pregando sermões! Esta carta iniciou uma grande controvérsia na coluna "Cartas ao Editor", para prazer do Editor em Chefe do jornal.


Isto foi por semanas, recebendo e publicando cartas no assunto, até que alguém escreveu este argumento: " Eu estou casado já há 30 anos. Durante este tempo minha esposa deve ter cozinhado umas 32.000 refeições. Mas, por minha vida, eu não consigo me lembrar do cardápio de nenhuma destas 32.000 refeições. Mas de uma coisa eu sei ... Todas elas me nutriram e me deram a força que eu precisava para fazer o meu trabalho. Se minha esposa não tivesse me dado estas refeições, eu estaria hoje fisicamente morto. Da mesma maneira, se eu não tivesse ido a Igreja para alimentar minha fome espiritual, eu estaria hoje morto espiritualmente." Quando a gente está resumido a NADA... DEUS está POR CIMA DE TUDO! Fé vê o invisível, acredita no inacreditável, e recebe o impossível! Graças a Deus por nossa nutrição física e espiritual!"



Desconheço o autor.



Fonte Paróquia N. Senhora das Graças http://www.pnsg.org.br/igreja.html

2 comentários:

Celina disse...

Boa resposta! Também a fé precisa ser alimentada pois o ser humano tem memória curta!

Nelson Viana disse...

Sem humildade, nem que ouçamos um milhão de sermões, nunca chegaremos a entender o que é o cristianismo.
Na humildade reside a nossa maior virtude. Só através dela contemplamos a Igreja Católica na sua totalidade como a única que nos dá a conhecer o verdadeiro rosto de Jesus.
Aquele rosto transfigurado à imagem de Deus, no Monte Tabor, e aquele rosto transfigurado à imagem do Homem na cruz.
Mas destes dois rostos, há um que permanece e que coincide com o rosto do Ressuscitado. É aquele que brilha, que ilumina e que vai transfigurar, não só os nossos próprios rostos, mas principalmente os nossos corações.

Forte abraço