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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Homossexualidade não é normal nem benigna





WASHINGTON DC, 13 Ago. 09 (ACI) .- Uma enfermeira norte-americana que trabalhou durante anos no hospital da faculdade de medicina na Universidade de Stanford na Califórnia (Estados Unidos) publicou recentemente um revelador ensaio onde assinala como se veio ocultando, por razões ideológicas, as graves conseqüências para a saúde individual e pública das condutas homossexuais.


O artigo, publicado em espanhol pelo Comitê Independente Anti-AIDS, foi escrito pela enfermeira profissional Kathleen Melonakos, quem revela o que observou no mundo da saúde 30 anos depois da controvertida decisão da Associação Psiquiátrica Americana (APA) de suprimir a homossexualidade como patologia, cedendo às pressões dos grupos militantes homossexuais."


Trabalhei como enfermeira durante vários anos nos oitenta e noventa no Centro Médico Universitário de Stanford, onde pude ver algo do dano que os homossexuais fazem a seus corpos com algumas de suas práticas sexuais", diz o artigo."A Co-autora de meu próprio livro de referência médica, Saunders Pocket Reference for Nurses, era a chefe do departamento de cirurgia em Stanford. Estou segura, à luz de minha experiência clínica, e como conseqüência de ter feito consideráveis estudos sobre isso desde esse momento, que a homossexualidade nem é normal nem benigna; mais ainda, é um vício letal de conduta, tal como sublinha o Dr. Jeffrey Satinover em seu livro 'Homossexualidade e a Política da Verdade'," escreve Kathleen Melonakos."


Por isso eu sei, não existe outro grupo de pessoas nos Estados Unidos que sofre de enfermidades infecciosas em seus quarenta e tantos anos, que o dos que praticam a homossexualidade. Isto, para mim, é trágico quando sabemos que a homossexualidade pode ser acautelada em muitos casos, ou substancialmente sanada na idade adulta quando existe suficiente motivação e ajuda".



Segundo a perita, as enfermidades às que os homossexuais ativos são vulneráveis podem ser classificadas como segue: Enfermidades clássicas transmitidas sexualmente (sífilis); enfermidades entéricas (infecções de espécies Giardia lamblia, -'enfermidade do intestino gay'-, Hepatite A, B, C, D e citomegalovirus); trauma (que tem como conseqüência incontinência fecal, hemorróidas, fissura anal, edema penil e a síndrome de imunodeficiência adquirida AIDS).


"Minha pergunta principal é: por que a homossexualidade não é considerada uma desordem simplesmente por suas conseqüências médicas? Muito simplesmente, uma pessoa objetiva, que tão somente olhe as conseqüências de estilo de vida da homossexualidade, teria que classificá-la como algum tipo de patologia. Conduz ou não a uma vida dramaticamente recortada? Os estudos dizem que sim, alguns até o 40%, sendo o estudo Cameron só um de outros muitos estudos que sugerem isto. Tomados juntos, estes estudos estabelecem que a homossexualidade é mais mortal que o tabaco, o alcoolismo ou o vício às drogas".


Segundo a enfermeira, infelizmente "há um elemento de negação, no sentido psicológico, pelo que as enfermidades relacionadas com o mundo homossexual realmente significam"."Existem razões sem ambigüidade –adiciona a perita– para pensar que a homossexualidade em si produz deterioração generalizada na efetividade e funcionamento social.


Sim de fato é um vício letal, e os muitos estudos que documentam os patrões de conduta são corretos (mostram patrões compulsivos de promiscuidade, sexo anônimo, sexo por dinheiro, sexo em lugares públicos, sexo com menores, drogas concomitantes e abuso de drogas, depressão, suicídio), para que a APA discuta que estas características não constituem uma 'deterioração de efetividade ou funcionamento social', estende os limites da plausibilidade. Discutir que a morte durante a juventude não constitui uma 'deterioração de efetividade ou funcionamento social' é absurdo".


terça-feira, 11 de agosto de 2009

Homossexualismo tem cura


Somos um blog Católico, mas ao ler essa entrevista que recebi por e-mail, retirada da revista Veja, não pude deixar de partilhar com vocês o belo trabalho que essa psicóloga da Igreja Batista tem feito.

Rezemos por ela, para que continue firme apesar de tantas dificuldades! E que surjam outros corajosos como ela, para ir contra a heterofobia que anda dominando muitos profissionais por aí.

Abraços

João Batista


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Homossexuais podem Mudar



A psicóloga repreendida pelo conselho federal por anunciar que mudaa orientação sexual de gays diz que ela é quem está sendo discriminada



Aceitar as diferenças e entender as variações da sexualidade são traços comuns das sociedades contemporâneas civilizadas. A psicóloga Rozângela Alves Justino, 50, faz exatamente o contrário. Formada em 1981 pelo Centro Universitário Celso Lisboa, do Rio de Janeiro, com especialização em psicologia clínica e escolar, ela considera a homossexualidade um transtorno para o qual oferece terapia de cura. Na semana passada, foi censurada publicamente pelo Conselho Federal de Psicologia (formado, segundo ela, por muitos homossexuais "deliberando em causa própria") e impedida de aceitar pacientes em busca do "tratamento". Solteira, dedicada à profissão e fiel da Igreja Batista, Rozângela diz que ouviu um chamado divino num disco de Chico Buarque e compara a militância homossexual ao nazismo. Só se deixa fotografar disfarçada, por se sentir ameaçada, e faz uma defesa veemente de suas opiniões.



A senhora acha que os homossexuais sofrem de algum distúrbio psicológico?


O Conselho Federal de Psicologia não quer que eu fale sobre isso. Estou amordaçada, não posso me pronunciar. O que posso dizer é que eu acho o mesmo que a Organização Mundial de Saúde. Ela fala que existe a orientação sexual egodistônica, que é aquela em que a preferência sexual da pessoa não está em sintonia com o eu dela. Essa pessoa queria que fosse diferente, e a OMS diz que ela pode procurar tratamento para alterar sua preferência. A OMS diz que a homossexualidade pode ser um transtorno, e eu acredito nisso.



O que é não estar em sintonia com o seu eu, no caso dos homossexuais?


É não estar satisfeito, sentir-se sofrido com o estado homossexual. Normalmente, as pessoas que me procuram para alterar a orientação sexual homossexual são aquelas que estão insatisfeitas. Muitas, depois de uma relação homossexual, sentem-se mal consigo mesmas. Elas podem até sentir alguma forma de prazer no ato sexual, mas depois ficam incomodadas. Aí vão procurar tratamento. Além disso, transtornos sexuais nunca vêm de forma isolada. Muitas pessoas que têm sofrimento sexual também têm um transtorno obsessivo-compulsivo ou um transtorno de preferência sexual, como o sadomasoquismo, em que sentem prazer com uma dor que o outro provoca nelas e que elas provocam no outro. A própria pedofilia, o exibicionismo, o voyeurismo podem vir atrelados ao homossexualismo. E têm tratamento. Quando utilizamos as técnicas para minimizar esses problemas, a questão homossexual fica mínima, acaba regredindo.



Há estudos que mostram que ser gay não é escolha, é uma questão constitutiva da sexualidade. A senhora acha mesmo possível mudar essa condição?


Cada um faz a mudança que deseja na sua vida. Não sou eu a responsável pela mudança. Conheço pessoas que deixaram as práticas homossexuais. E isso lhes trouxe conforto. Conheço gente que também perdeu a atração homossexual. Essa atração foi se minimizando ao longo dos anos. Essas pessoas deixaram de sentir o desejo por intermédio da psicoterapia e por outros meios também. A motivação é o principal fator para mudar o que quiser na vida.


A senhora é heterossexual?


Sou.


Pela sua lógica, seria razoável dizer que, se a senhora quisesse virar homossexual, poderia fazê-lo.


Eu não tenho essa vivência. O que eu observei ao longo destes vinte anos de trabalho foram pessoas que estavam motivadas a deixar a homossexualidade e deixaram. Eu conheço gente que mudou a orientação sem nem precisar de psicólogo. Elas procuraram grupos de ajuda e amigos e conseguiram deixar o comportamento indesejado. Mas, sem dúvida, quem conta com um profissional da área de psicologia tem um conforto maior. Eu sempre digo que é um mimo você ter um psicólogo para ajudá-lo a fazer essa revisão de vida. As pessoas se sentem muito aliviadas.
Esse alívio não seria maior se a senhora as ajudasse a aceitar sua condição sexual? Esse discurso está por aí, mas não faz parte do grupo de pessoas que eu atendo. Normalmente, elas vêm com um pedido de mudança de vida.



Se um homem entrar no seu consultório e disser que sabe que é gay, sente desejo por outros homens, só precisa de ajuda para assumir perante a família e os amigos, a senhora vai ajudá-lo?


Ele não vai me procurar. Eu escolho os pacientes que vou atender de acordo com minhas possibilidades. Então, um caso como esse, eu encaminharia a outros colegas.



Não é cruel achar que os gays têm alguma coisa errada?


O que eu acho cruel é ser uma profissional que quer ajudar e ser amordaçada, não poder acolher as pessoas que vêm com uma queixa e com um desejo de mudança. Isso é crueldade. Eu estou me sentindo discriminada. Há diversos abaixo-assinados de muitas pessoas que acham que eu preciso continuar a atender quem voluntariamente deseja deixar a atração pelo mesmo sexo.



Por que a senhora acha que o Conselho Federal de Psicologia está errado e a senhora está certa?


Há no conselho muitos homossexuais, e eles estão deliberando em causa própria. O conselho não é do agrado de todos os profissionais. Amanhã ele muda. Eu mesma posso me candidatar e ser presidente do Conselho de Psicologia. Além disso, esse conselho fez aliança com um movimento politicamente organizado que busca a heterodestruição e a desconstrução social através do movimento feminista e do movimento pró-homossexualista, formados por pessoas que trabalham contra as normas e os valores sociais.



Gays existem desde que o mundo é mundo. Aparecem em todas as civilizações. Isso não indica que é um comportamento inerente a uma parcela da humanidade e não deve ser objeto de preconceito?


Olha, eu também estou sendo discriminada. Estou sofrendo preconceito. Será que não precisaria haver mais aceitação da minha pessoa? Há discriminação contra todos. Em 2002, fiz uma pesquisa para verificar as violências que as pessoas costumam sofrer, e o segundo maior número de respostas foi para discriminação e preconceito. As pessoas são discriminadas porque têm cabelo pixaim, porque são negras, porque são gordas. Você nunca foi discriminada?



Não como os gays são.


Não? Nunca ninguém a chamou de nariguda? De dentuça? De magrela? O que quero dizer é que as pessoas que estão homossexuais sofrem discriminação como todas as outras. Eu tenho trabalhado pelos que estão homossexuais. Estar homossexual é um estado. As pessoas são mulheres, são homens, e algumas estão homossexuais.



Isso não é discriminação contra os que são homossexuais e gostam de ser assim?


Isso é o que você está dizendo, não é o que a ciência diz. Não há tratados científicos que digam que eles existem. Eu não rotulo as pessoas, não chamo ninguém de neurótico, de esquizofrênico. Digo que estão esquizofrênicos, que estão depressivos. A homossexualidade é algo que pode passar. Há um livro do autor Claudemiro Soares que mostra que muitas pessoas famosas acreditam que é possível mudar a sexualidade. Entre eles Marta Suplicy, Luiz Mott e até Michel Foucault, todos historicamente ligados à militância gay.



Quantas pessoas a senhora já ajudou a mudar de orientação sexual?


Nunca me preocupei com isso. Psicólogo não está preocupado com números. Eu vou fazer isso a partir de agora. Vou procurar a academia novamente. Vou fazer mestrado e doutorado. Até hoje, eu só me preocupei em acolher pessoas.



O que a senhora faria se tivesse um filho gay?


Eu não teria um filho homossexual. Eu teria um filho. Eu iria escutá-lo e tentaria entender o que aconteceu com ele. Os pais devem orientar os filhos segundo seus conceitos. É um direito dos pais. Olha, eu quero dizer que geralmente as pessoas que vivenciam a homossexualidade gostam muito de mim. E também quero dizer que não sou só eu que defendo essa tese. Apenas estou sendo protagonista neste momento da história.



A senhora se considera uma visionária?


Não. Eu sou uma pessoa comum, talvez a mais simplesinha. Não tenho nenhum desejo de ficar famosa. Nunca almejei ir para a mídia, ser artista, ser fotografada.



A senhora já declarou que a maior parte dos homossexuais é assim porque foi abusada na infância. Em que a senhora se baseou?


É fato que a maioria dos meus pacientes que vivenciam a homossexualidade foi abusada, sim. Enquanto nós conversamos aqui, milhares de crianças são abusadas sexualmente. Os estudos mostram que os abusos, especialmente entre os meninos, são muito comuns. Aquelas brincadeiras entre meninos também podem ser consideradas abusos. O que vemos é que o sadomasoquismo começa aí, porque o menino acaba se acostumando àquelas dores. O homossexualismo também.



A senhora é evangélica. Sua religião não entra em atrito com sua profissão?


Não. Sou evangélica desde 1983. Nos anos 70, aconteceu algo muito estranho na minha vida. Eu comprei um disco do Chico Buarque. De um lado estavam as músicas normais dele. Do outro, em vez de tocar Carolina, vinha um chamamento. Eram todas canções evangélicas. Falavam da criação de Deus e do chamamento da ovelha perdida. Fui tentar trocar o LP e, na loja, vi que todos os discos estavam certinhos, menos o meu. Fiquei pensando se Deus estava falando comigo.
O espírito cristão não requer que os discriminados sejam tratados com maior compreensão ainda? Se eu não amasse as pessoas que estão homossexuais, jamais trabalharia com elas. Até mesmo os ativistas do movimento pró-homossexualismo reconhecem o meu amor por eles. Sempre os tratei muito bem. Sempre os cumprimentei. Na verdade, eles me admiram.



Por que a senhora se disfarça para ser fotografada?


Um dos motivos é que eu não quero entrar no meu prédio e ter o porteiro e os vizinhos achando que eu tenho algum problema ligado à sexualidade. Além disso, quero ser discreta para proteger a privacidade dos meus pacientes. Por fim, há ativistas que têm muita raiva de mim. Eu recebo vários xingamentos; eles me chamam de velha, feia, demente, idiota. Trabalho num clima de medo, clandestinamente, porque sou muito ameaçada. Aliás, estou fazendo esta entrevista e nem sei se você não está a serviço dos ativistas pró-homossexualimo. Eu estou correndo risco.



Que poder exatamente a senhora atribui a esses ativistas pró-homossexualismo?


O ativismo pró-homossexualismo está diretamente ligado ao nazismo. Escrevi um artigo em que mostro que os dois movimentos têm coisas em comum. Todos os movimentos de desconstrução social estudaram o nazismo profundamente, porque compartilham um ideal de domínio político e econômico mundial. As políticas públicas pró-homossexualismo querem, por exemplo, criar uma nova raça e eliminar pessoas. Por que hoje um ovo de tartaruga vale mais do que um embrião humano? Por que se fala tanto em leis para assassinar crianças dentro do ventre da mãe? Porque existe uma política de controle de população que tem por objetivo eliminar uma parte significativa da nação brasileira. Quanto mais práticas de liberação sexual, mais doenças sexualmente transmissíveis e mais gente morrendo. Essas políticas públicas todas acabam contribuindo para o extermínio da população. Essas pessoas que estão homossexuais estão ligadas a todo um poder nazista de controle mundial.



Não há certo exagero em comparar a militância homossexual ao nazismo?


Bom, se você acha que isso pode me prejudicar, então tire da entrevista. Mas é a realidade.




quinta-feira, 23 de julho de 2009

A vida sexual do casal


A Vida sexual do casal



Uma das causas que dificulta a vida de muitos casais é o seu mau relacionamento sexual. A vida sexual do casal é importante para que marido e mulher se completem e sejam felizes. O despreparo nesse campo leva muitos casais à separação. O que falta na verdade, por parte dos casais, é o conhecimento exato do sentido e do fim da vida sexual. A maioria das pessoas não recebeu educação sexual sadia e, muitas vezes, aprendeu sobre sexo de maneira inadequada: nos filmes, com a prostituta nas revistas pornográficas, com pessoas despreparadas ou, o que é pior, maliciosas…


Não há legítima vida sexual sem a vivência do amor. Assim como você dá uma flor, um presente, um beijo, para manifestar o seu carinho à sua esposa, vocês se doam fisicamente para manifestar um ao outro o seu amor e se multiplicarem. Sem as dimensões unitiva e procriativa o sexo perde o seu sentido. Hoje, mais do que nunca o sexo é vilipendiado, explorado, vendido e corrompido. A mulher se deixa usar e vender como simples mercadoria de consumo e de prazer. Basta olhar para os anúncios comerciais.


Por causa de toda essa destruidora exploração sexual, muitos se casam com o objetivo quase exclusivo de obter sexo “oficializado” e permanente. Grande ilusão que rapidamente se desfaz. A vida sexual do casal, se não for manifestação intensa de todo o seu amor, em pouco tempo poderá ser motivo de desilusão e até de separação do casal. Conheço casais que, com menos de um ano de casados, já estavam desiludidos com a vida sexual.


Para que o casal tenha um saudável ajustamento sexual, é preciso que vença três obstáculos: a ignorância, o medo e o egoísmo.


Antes de tudo, o casal deve se conscientizar de que o sexo é belo e legítimo no casamento, enquanto manifestação do amor conjugal. Não existe nada mais deplorável do que um casal que expõe seu relacionamento sexual aos amigos, como se isso fosse vantagem. O ato conjugal só pertence ao casal e a sua intimidade deve ser inviolável.


O que é válido no ato sexual do casal? Aquilo que é natural. Não é natural o sexo anal; logo não é moral. É legítimo que o marido prepare a mulher com as carícias que ela precisa e que aceita para chegar ao orgasmo com ele. O importante é que o ato sexual seja consumado de maneira natural, normal, com a possibilidade de estar aberto a uma nova vida. O casal não precisa ir para um motel para viver bem a vida sexual; ali é um lugar de pecado (adultério e fornicação) e o casal cristão não pode frequentar esses lugares e fomentar a sua propagação.



São Paulo diz: “O marido cumpra o seu dever para com a sua esposa e ela da mesma forma também a esposa o cumpra para com o marido. A mulher não pode dispor de seu corpo: ele pertence a seu marido. E da mesma forma o marido não pode dispor de seu corpo ele pertence à sua esposa. Não vos recuseis um ao outro, a não ser de comum acordo, por algum tempo, para vos aplicardes à oração e depois retornai novamente um para o outro, para que não vos tente Satanás por vossa incontinência” (I Cor 7,3-5).



São Paulo deixa claro a legitimidade e a importância da vida sexual no casamento. É interessante notar que ele diz que o corpo do marido pertence à mulher, e vice-versa; ele não diz que o corpo da namorada pertence ao namorado ou da noiva pertence ao noivo.



Quantos jovens, no namoro brincam com o sexo e depois abortam o próprio filho! Quantos maridos se emporcalham com as prostitutas e depois vêm trazer suas doenças venéreas para a esposa! Quantas crianças são abandonadas nos orfanatos pela irresponsabilidade de um ato sexual fora do casamento! Pegue o jornal e verá as conseqüências do sexo fora do casamento. E essa lista poderia ser mais ampliada ainda. Veja a Aids… Não se iluda: fora do plano de Deus, o sexo se torna um vício como outro qualquer, e como todo viciado é insaciável, também o marido viciado em sexo não se satisfará apenas com uma mulher.



Vivendo a vida sexual apenas com sua esposa você nunca terá a consciência pesada por ter prostituído uma mulher, ou gerado uma mãe solteira e um filho que não conhecerá o pai. Com a sua esposa, você nunca contrairá uma terrível sífilis, blenorragia ou cancro, e nem estará correndo o risco de levar um tiro por estar adulterando com a mulher do próximo. Não é à toa que Jesus ensina a cortar o mal pela raiz, isto é, na intenção do olhar “Todo aquele que lançar um olhar de cobiça para uma mulher, já adulterou com ela em seu coração” (Mt 5, 28).



Se você deseja ser fiel a seu cônjuge, exercite desde já a fidelidade do pensamento e do olhar. O leito do casal é o único lugar em que o sexo é vivido legitimamente. “Vós todos considerai o matrimônio com respeito, e conservai o leito conjugal imaculado, porque Deus julgará os impuros e os adúlteros” (Hb 13,4).



É necessário um verdadeiro aprendizado para o ajustamento sexual do casal. Como em tudo, o sexo na mulher é diferente do sexo no homem, e ambos se completam. Um amigo meu dizia que o homem é como o “fogão a gás”, a qualquer hora se acende rapidamente, enquanto a mulher é como o “fogão à lenha”, gasta mais tempo e paciência para ser aceso. Deus quis assim com a Sua sabedoria e amor. O impulso sexual no homem é vulcânico e estimulado pelo olhar, enquanto que a mulher reage a atos, a palavras gentis e às carícias. As emoções da mulher são menos eruptivas que as do homem, mas, depois de algum tempo, são igualmente intensas e têm a capacidade de “queimar” durante mais tempo e de alcançar o clímax mais devagar, extinguindo-se mais lentamente.



O segredo da harmonia sexual está em o casal atingir o clímax do prazer sexual (orgasmo) juntos. Isso exige de ambos treinamento, autocontrole por parte do marido e uma atitude mental adequada da esposa.



Agora quero falar a você, esposa. A frigidez, na maioria das vezes, é de origem psicológica. Por um processo de reeducação, você pode aprender a vencer suas inibições que, com freqüência, a impedem de alcançar o orgasmo sexual. Você precisa afastar de sua mente qualquer preconceito prejudicial ou que a leva a considerá-lo como algo mau. Por causa da reação negativa da esposa, muitos maridos acabam caindo nos braços de outra mulher. Não destrua o seu casamento por causa do comodismo e má vontade. Nos dias em que você não tem realmente condições para o ato sexual, seja franca e diga a seu marido, mas não se negue a ele constantemente. Saiba conversar com ele francamente sobre esse assunto. Se você sentir que seu relacionamento se torna apenas uma obrigação, sem alegria, procure a orientação de um conselheiro cristão. Deus tem coisas melhores para você.



Agora gostaria de falar um pouco a você, marido. Uma coisa que você precisa exercitar é o autocontrole, no esforço de tornar verdadeiramente profunda e enriquecida a sua relação conjugal. Você pode obter satisfação física de forma bem simples, mas se a sua esposa não experimentar essa satisfação, então o seu casamento não alcançará o ajustamento. As mulheres reagem ao sentimento carinhoso e às palavras gentis. Inicie a preparação do ato conjugal desde o café da manhã, manifestando o seu amor pela sua esposa. Ao chegar do trabalho, não deixe de cumprimentá-la com um beijo carinhoso. O ato conjugal é preparado durante todo o dia. Há maridos que maltratam as esposas durante o dia todo e à noite querem ter um perfeito ato conjugal com ela. É claro que ela vai dizer não.



Lembre-se: o sexo é manifestação do amor. Procure levar sua esposa ao clímax do prazer sexual, em vez de somente satisfazer seus próprios desejos. À medida que você a satisfizer criará nela um maior desejo pelo ato e assim, ao dar amor, você receberá amor de volta. Prepare pacientemente sua esposa para o ato conjugal. Enquanto ela não manifestar que está preparada, não concretize o ato. Depois, não se apresse em se afastar dela. Para ela, faz parte da satisfação a proximidade física com o marido.



O importante é lembrar sempre que o ato conjugal é a celebração do amor. Sem uma vida amorosa, um casal nunca terá harmonia sexual. Na liberdade do amor tudo poderá ser vivido, respeitando-se a natureza, a dignidade do outro e a lei de Deus.

segunda-feira, 20 de julho de 2009

A MANEIRA DE EVITAR O LAÇO DO HOMOSSEXUALISMO

A MANEIRA DE EVITAR O LAÇO DO HOMOSSEXUALISMO
Por Emerson de Oliveira

PARA se evitar o que pode ter conseqüências trágicas, é sábio saber algo sobre as causas possíveis. Com respeito ao homossexualismo, há muita incerteza quanto à causa. Reconhece-se agora, de modo geral, que os fatores físicos, tais como a constituição física ou os hormônios, não são os principais responsáveis pelo homossexualismo. O que se crê, então, serem as causas significativas?

Algumas causas possíveis são consideradas pelo Dr. Albert Ellis, no seu livro Homosexuality, Its Causes and Cure (Homossexualismo, Suas Causas e Cura; 1965). Ele acredita que a condição se deve na maior parte a certos temores. Conta que curou muitos homossexuais por ajudá-los a se livraram destes temores subjacentes. Isto é corroborado pela recomendação de um dos líderes do movimento homossexual norte-americano, Donald Webster Cory:

"O objetivo da terapia [devia ser] aliviar a hostilidade e o temor das relações, sexuais e outras, com o sexo oposto . . . O motivo disso é duplo: . . . ajudar o homossexual a chegar à raiz do problema, e não atacar o que apenas é sintoma — seu problema não é tanto que se sinta atraído aos homens, mas é que foge das mulheres."

Por outro lado, um rapaz jovem talvez seja iniciado no homossexualismo por ser seduzido por homens homossexuais. Houve um exemplo flagrante disso em Vancouver, no Canadá, onde alguns homossexuais seduziram trinta e cinco meninos entre as idades de dez e quatorze anos, e depois fizeram comércio com eles.

Em muitos casos, os homens mais velhos davam aos meninos vinho ou bebida alcoólica, sabendo que os jovens seriam então mais vulneráveis às suas propostas imorais, assim como observa a Palavra de Deus: "Fornicação, e o vinho, e o vinho doce é que tiram o bom motivo." (Osé. 4.11) O profeta Habacuque também advertiu contra esta prática de se usar a bebida alcoólica como preliminar para a sedução: "Ai daquele que dá aos seus companheiros algo para beber, . . . a fim de embriagá-los, com o objetivo de olhar para as suas vergonhas." (Hab. 2.15) Portanto, quando homens mais velhos, estranhos, se oferecem a comprar uma bebida alcoólica para um rapaz jovem, pode haver nisso segundas intenções.

RESPONSABILIDADE DOS PAIS

Quando um jovem se volta para o homossexualismo, a tendência atual é culpar o pai e a mãe dele como tendo possivelmente lançado a base para a prática desnatural de seu filho. Os entendidos acreditam que os pais talvez façam isto até mesmo antes de seu filho atingir a idade de seis anos. Neste sentido, segundo o Dr. Irving Bieber, autoridade internacional no assunto: `O pai desinteressado e a mãe dominante são a combinação perfeita para produzir um filho homossexual.' Declarou mais: "Não acredito ser possível produzir um pederasta quando o pai é carinhoso com sua esposa e seu filho, e apóia a masculinidade do filho."

Também, segundo este médico, "os pais parecem ter o poder de veto absoluto sobre o desenvolvimento homossexual de seus filhos". Rapazes bem criados não temem o sexo feminino.
Aplica-se, pois, ao homossexualismo, assim como a muitos outros problemas da vida, o velho ditado: "É melhor prevenir do que remediar." Cada pai deve tomar interesse ativo no filho e ajudá-lo a desenvolver uma forte personalidade masculina. Como pode fazer isso? Do modo mais importante, por dar um bom exemplo.
Conforme o expressou o apóstolo Paulo: "Ficai despertos, mantende-vos firmes na fé, procedei como homens, tornai-vos poderosos." (1 Cor. 16.13) O exercício do autodomínio é básico. A forte personalidade masculina não é emocional, mas é equilibrada, razoável, em vez de agitada, e adota uma atitude protetora para com os de sua família. Cada pai deve também inculcar no filho honrar e respeitar o sexo feminino; pode fazer isto por tratar a sua esposa de modo amoroso.

Do mesmo modo, cada mãe deve respeitar a chefia de seu marido e precaver-se de não se tornar possessiva ou dominante demais, pois neste caso poderá alhear seus filhos do sexo feminino.

Pai e mãe podem também advertir os filhos explicitamente sobre os males do homossexualismo. Tal conhecimento do homossexualismo é uma proteção. Quando pai e mãe deixam de instruir e advertir seus filhos de modo correto, estes podem cair vítimas de homossexuais astutos.

RESPONSABILIDADE INDIVIDUAL

Embora exista certa medida de responsabilidade parental, há principalmente a responsabilidade individual. Cada jovem precisa estar alerta a evitar o laço do homossexualismo. Não se deve desperceber a força do impulso sexual, do apetite sexual e as armadilhas possíveis a que podem levar. Sem o temor de Deus ou o amor natural à bondade para agir como freio, o coração do homem talvez explore meios desnaturais em busca de satisfação sensual. Quanto mais se vai contrário ao que é normal e direito, tanto mais parece o sensualista sentir-se atraído a isso. (Gên. 8.21; Jer. 17.9, 10) Embora esta forte tendência não se limite ao homossexual, parece ajudar a explicar o domínio que esta prática exerce sobre tantos.

Embora, sem dúvida, para a maioria dos jovens o homossexualismo pareça abominável, caso a pessoa observar qualquer inclinação ou curiosidade neste respeito, deve resistir a ela firmemente, acatando o conselho do apóstolo Paulo: "Abominai o que é iníquo." — Rom. 12.9.

Por isso, os jovens farão bem em odiar as práticas que iniciam a pessoa na vida frustradora do homossexualismo. O Dr. D. J. West diz sobre este aspecto da questão: "Beijos, carícias, íntimo contato corporal e a masturbação mútua são formas comuns de namoro com que os homossexuais, tanto masculinos como femininos, começam a sua carreira sexual."

O que ajuda neste respeito é reconhecer, então, que o auto-erotismo ou a masturbação não é apenas um passatempo inocente, mas é antes uma prática que pode levar a atos homossexuais. Por quê? Porque a masturbação pode tornar mais fácil e mais tentador empenhar-se em masturbação mútua, que é uma forma de homossexualismo. Combater sinceramente esta prática contribuirá muito para proteger o jovem.

Igualmente útil para evitar o laço do homossexualismo é ter em mente o que se disse sobre quão frustrador e desnatural é. Que é extremamente egoísta e endurece a pessoa se vê no modo em que os homossexuais importunam pessoas estranhas, na sua sedução de rapazes e na prevalência do estupro homossexual nas prisões. A evidência indica que o desejo sexual anormal é muito mais difícil de controlar do que o desejo normal.

LIBERTAR-SE DE SEUS LAÇOS

Muitos homossexuais afirmam que não podem mudar. Mas o testemunho de muitos na profissão médica diz que podem mudar, se realmente quiserem. O livro Homosexuality (Homossexualismo), da Sociedade de Psicanalistas Médicos, Comissão de Pesquisa, diz que "cada homossexual é um heterossexual latente". A Bíblia testifica adicionalmente que é possível abandonar práticas imundas e degradantes. Neste sentido, o apóstolo Paulo, depois de dizer que os homossexuais não herdarão o reino de Deus, acrescenta: "No entanto, isso é o que fostes alguns de vós. Mas vós fostes lavados." — 1 Cor. 6.9-11.

O homossexual que quer mudar precisa dizer-se continuamente que, não importa quão fácil e sensualmente agradável seja a prática, ela é má. Precisa tomar a peito o conselho: "Ó vós amantes do Senhor, odiai o que é mau." Sim, precisa realmente odiar "prazeres" maus. Além disso, precisa `continuar a considerar as coisas virtuosas, castas e louváveis'. Encher a mente com a verdade de Deus lhe será de ajuda, pois, conforme Jesus disse: "A verdade vos libertará." — Sal. 97.10; Fil. 4.8; João 8.32.

Neste ínterim, atentemos para o que diz o Catecismo da Igreja Católica:

2357 - A homossexualidade designa as relações entre homens e mulheres que sentem atração sexual, exclusiva ou predominante, por pessoas do mesmo sexo. A homossexualidade se reveste de formas muitovariáveis ao longo dos séculos e das culturas. Sua gênese psíquica continua amplamente inexplicada. Apoiando-se na Sagrada Escritura, que os apresenta como depravações graves, a tradição sempre declarouque "os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados". São contrários à lei natural. Fecham o ato sexual ao dom da vida. Não procedem de uma complementaridade afetiva e sexual verdadeira. Em caso algum podem ser aprovados.

Também note:

2396 - Entre os pecados gravemente contrários à castidade é preciso citar a masturbação, a fornicação, a pornografia e as práticas homossexuais.

É de muita importância que o homossexual se dê conta de que não pode agradar a Deus se continuar com esta prática detestável. Ela é tão imunda aos olhos de Deus, que tais pessoas moralmente impuras são chamadas de cães na Bíblia. A lei de Deus dada a Israel declara: "Não deves trazer a paga duma meretriz nem o preço dum cão ["sodomita", ALA] à casa do Senhor, teu Deus, para algum voto, porque são algo detestável para o Senhor, teu Deus, sim, ambas estas coisas." (Deu. 23:18) Todos os que, quais cães vira-latas, praticam coisas repugnantes, tais como a sodomia e o lesbianismo, são impedidos de obter a vida eterna no novo sistema de coisas de Deus. (Rev. 22.15) Quão importante é, então, esforçar-se sinceramente a agradar a Deus por não ter nada que ver com as práticas homossexuais!

Aquele que progride no seu desejo de agradar a Deus não deve ficar desanimado se não puder imediatamente eliminar da mente e dos sentimentos todas as emoções e os pensamentos errados. Precisa continuar a lutar, porém, tomando coragem de que até mesmo o apóstolo Paulo confessou que não conseguia plenamente fazer o que queria. Mas não desistiu de lutar. Não cedeu à carne, mas `amofinou o seu corpo e o conduziu como escravo', de modo que podia dizer: "Para todas as coisas tenho força em virtude daquele que me confere poder." — 1 Cor. 9.27; Fil. 4.13; Rom. 7.13-25.

A confissão e a oração a Deus é de grande ajuda nesta luta. Ore pelo perdão, também por ajuda e especialmente por mais do Espírito Santo de Deus. Sim, "persisti em oração". — Rom. 12.12; Fil. 4.6, 7.

O homossexualismo se propaga apesar de ser um modo de vida errado, desnatural e frustrador. Os escravizados a ele podem libertar-se dele se realmente quiserem. A vida eterna está em jogo! Esforce-se, portanto, a todo custo evitar o laço do homossexualismo.

Todos os artigos disponíveis neste sítio são de livre cópia e difusão deste que sempre sejam citados a fonte e o(s) autor(es).
Para citar este artigo:
OLIVEIRA, Emerson de. Apostolado Veritatis Splendor: A MANEIRA DE EVITAR O LAÇO DO HOMOSSEXUALISMO. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/5714. Desde 29/05/2009.

terça-feira, 14 de julho de 2009

Falhas de sacerdotes não justificam abolição do celibato



Falhas de sacerdotes não justificam abolição do celibato



Reflexão do bispo de San Cristóbal de las Casas
Por Jaime Septién





SAN CRISTÓBAL DE LAS CASAS, quinta-feira, 21 de maio de 2009 (ZENIT.org-El Observador).- O bispo de San Cristóbal de las Casas, Dom Felipe Arizmendi Esquivel, fez uma defesa frontal do celibato sacerdotal, após os recentes episódios ocorridos na Igreja Católica da América de sacerdotes que não foram fiéis a este compromisso.





Entre estes casos, encontram-se os descobrimentos de novas paternidades do atual presidente do Paraguai, Fernando Lugo, que fora bispo católico; o caso de um sacerdote acusado de uso de pornografia infantil na arquidiocese de Jalapa (México); e o recente escândalo de um sacerdote muito popular na televisão hispânica dos Estados Unidos – Alberto Cutié – que, após a publicação de algumas fotos comprometedoras, reconhece uma mulher como amante desde muito tempo.





Diante desses casos, escreve Dom Arizmendi Esquivel, “não falta quem insista em que a Igreja Católica deveria revisar sua norma de admitir ao sacerdócio só aqueles que tenham recebido o carisma do celibato e se comprometam a cumpri-lo por toda a vida. Outros afirmam que, enquanto não se faça esta mudança, a Igreja continuará perdendo fiéis”.





“Por outro lado, continuou dizendo o prelado mexicano, é repetitivo escutar que o celibato não combina com as culturas indígenas, pois nestes povos só a um homem casado se reconhece a autoridade e não se costuma confiar a solteiros cargos de responsabilidade social. Por tanto, concluem, se deveria abrir a porta para ordenar presbíteros a indígenas casados, para que se inculturem.”





Em seu documento, o bispo de San Cristóbal de las Casas afirma que, em primeiro lugar, o celibato “não é de acordo com nenhuma cultura, nem judaica, grega ou romana, nem espanhola, francesa, alemã, italiana, mexicana, indígena, mestiça”.





Em segundo lugar, afirma que “é inegável que houve e há muitas falhas e defeitos; mas a imensa maioria vive com alegria e plenitude esta vocação, apesar das limitações”.





“Eu me sinto muito fecundo, muito realizado, graças ao celibato”, confessa o bispo mexicano em seu escrito, publicado pela página eletrônica da Conferência do Episcopado Mexicano; e agrega: “O matrimônio teria me limitado muito em meu serviço à comunidade. O celibato me faz livre para servir onde for preciso, para amar e estar muito perto de quem precisa experimentar o amor de Deus”.





Mais adiante explica: “Ninguém nos obrigou a emitir este compromisso antes da ordenação; nós o assumimos com plena liberdade. Eu decidi livre e conscientemente não me casar, não por egoísmo, não por rejeição à mulher, nem por desconhecer ou desprezar a beleza do sexo e do matrimônio, mas por graça do Espírito Santo, para consagrar todo o meu ser, com todas as suas energias, ao Reino de Deus, em particular aos pobres. Sou feliz sendo celibatário. Peço ao Senhor que nos conserve em fidelidade”.





Depois de recordar que Jesus “decidiu não se casar; sua mãe permaneceu virgem, o apóstolo mais próximo era celibatário e Paulo recomendou este caminho, não como mandato, mas como conselho digno de confiança”, pede que “nos comprometamos a viver celibatários, mantendo-nos fiéis e alegres, com oração, sacrifício e vigilância, pois as tentações se aproximam por todos os lados”.





“Que a comunidade e as famílias nos ajudem a desfrutar desta paternidade espiritual, e que ninguém seja motivo de tropeço. Que os seminaristas conheçam as razões deste estilo de vida e orem para que se lhes conceda este carisma, que os fará pais e irmãos em Cristo, e assim os povos n’Ele terão vida”
, termina dizendo Dom Arizmendi Esquivel.




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Reitero o convite à nossa Campanha:

Reze uma Ave-Maria diária por seu Sacerdote. Creio que muitos desses escândalos não teriam acontecido se esses sacerdotes tivessem sido fortalecidos em suas escolhas por nossas orações. Façamos nossa parte, e levemos essa campanha para nossas comunidade, amigos familiares!
Abraços
João Batista
Ecclesiae Dei Blog


quinta-feira, 4 de junho de 2009

Fornicação - Pecado contra a Castidade

O que é a fornicação?



Entre os pecados contra a castidade (adultério, pornografia, estupro, masturbação, prática homossexual, etc.) está a fornicação, que é a realização do ato sexual entre um homem e uma mulher que não são casados entre si e nem com outros. É pecado contra o sexto Mandamento da Lei de Deus. O Catecismo da Igreja Católica (CIC) assim explica:



“A fornicação é a união carnal fora do casamento entre um homem e uma mulher livres. É gravemente contrária à dignidade das pessoas e da sexualidade humana, naturalmente ordenada para o bem dos esposos, bem como para a geração e a educação dos filhos” (CIC § 2353).



Infelizmente, dentro do relativismo religioso e moral que vai penetrando na Igreja, até mesmo na cabeça de alguns sacerdotes, a fornicação entre namorados e noivos vai se tornando corriqueira e muitos a querem justificar e até aprovar. Não é raro ouvir jovens nos dizerem que um padre disse que não é pecado viver o sexo com o (a) namorado (a) se eles se amam.



No entanto, para sermos fiéis a Deus e à Igreja não podemos aceitar essa grave quebra da moral católica. Apresento a seguir algumas passagens bíblicas que mostram como Deus condena a fornicação como pecado grave:


“Guarda-te, meu filho, de toda a fornicação: fora de tua mulher, não te autorizes jamais um comércio criminoso” (Tobias 4,13).


“Envergonhai-vos da fornicação, diante de vosso pai e de vossa mãe; e da mentira, diante do que governa e do poderoso” (Eclesiástico 41,21).


“Mas a respeito dos que creram dentre os gentios, já escrevemos, ordenando que se abstenham do que for sacrificado aos ídolos, do sangue, da carne sufocada e da fornicação” (Atos dos Apóstolos 21,25).


“Mas o corpo não é para a fornicação, e sim para o Senhor, e o Senhor é para o corpo” (I Coríntios 6,13).


“Não sabeis que vossos corpos são membros de Cristo? (id. v.15)


“Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo” (id. v. 18).


“Ou não sabeis que o vosso corpo é templo do Espírito Santo, que habita em vós, o qual recebestes de Deus e que, por isso mesmo, já não vos pertenceis? Porque fostes comprados por um grande preço. Glorificai, pois, a Deus no vosso corpo” (id. v. 19-20).


“Receio que à minha chegada entre vós Deus me humilhe ainda a vosso respeito; e tenha de chorar por muitos daqueles que pecaram e não fizeram penitência da impureza, fornicação e dissolução que cometeram” (II Coríntios 12,21).


“Ora, as obras da carne são estas: fornicação, impureza, libertinagem” (Gálatas 5,19).


“Quanto à fornicação, à impureza, sob qualquer forma, ou à avareza, que disto nem se faça menção entre vós, como convém a santos” (Efésios 5,3).


Penso que essas passagens bíblicas falam por si mesmas e não podem ser anuladas. A Palavra da Igreja é para nós a Palavra de Cristo e de Deus Pai: “Quem vos ouve, a mim ouve; e quem vos rejeita, a mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou” (Lucas 10,16).



E a Igreja desde sempre ensinou que a vida sexual só é lícita entre marido e mulher unidos pelo sacramento do matrimônio. Diz o Catecismo da Igreja Católica (CIC):


"A sexualidade, mediante a qual o homem e a mulher se doam um ao outro com os atos próprios e exclusivos dos esposos, não é em absoluto algo puramente biológico, mas diz respeito ao núcleo íntimo da pessoa humana como tal. Ela só se realiza de maneira verdadeiramente humana se for parte integral do amor com o qual homem e mulher se empenham totalmente um para com o outro até a morte" (CIC § 2361).


“Pela união dos esposos realiza-se o duplo fim do matrimônio: o bem dos cônjuges e a transmissão da vida. Esses dois significados ou valores do casamento não podem ser separados sem alterar a vida espiritual do casal e sem comprometer os bens matrimoniais e o futuro da família. Assim, o amor conjugal entre o homem e a mulher atende à dupla exigência da fidelidade e da fecundidade” (CIC §2363).


Hoje é terrível a luta do jovem cristão contra o pecado da carne, porque o mundo – “que jaz no maligno” – se movimenta em torno do prazer do sexo, e calca aos pés a sagrada Lei de Deus. Mas não podemos esquecer o que disse o Apóstolo: “O salário do pecado é a morte” (Rm 6,23). Conheço muitos que sofrem e que sofreram por se entregarem ao pecado da carne, mas não conheço alguém infeliz por ter lutado contra ele. A Carta aos Hebreus diz que devemos “resistir até o sangue na luta contra o pecado” (Hb 12,4).



É certo que para todos é dura a luta contra as paixões da carne, – para os solteiros e para os casados –, mas é preciso dizer que quanto mais árdua for essa luta tanto maior será a vitória e a glória que daremos a Deus em nosso corpo. A Igreja ensina o remédio contra o pecado: jejum, esmola e oração.


Jesus disse aos Apóstolos no Horto das Oliveiras: “Vigiai e orai, o espírito é forte, mas a carne é fraca”. Então, temos de fortalecer a vontade com a penitência, a mortificação, a oração sem cessar, e, sobretudo, a vigilância. Tudo o que entra na alma, entra pelos sentidos (olhos, mãos, nariz, boca, ouvidos); então, é preciso vigiá-los contra tudo que leve excitação para a alma.



Mas, os maiores Remédios que a Igreja põe à nossa disposição continuamente são a Confissão e a Eucaristia; a primeira lava o corpo e a alma da fornicação, e a segunda a sustenta para não cair novamente.



Esta é uma luta que muito agrada a Deus, porque a castidade é uma grande virtude.




Felipe Aquino


quarta-feira, 3 de junho de 2009

A Igreja combatendo a AIDS

É muita falta de cultura e de conhecimento aqueles que dizem que a Igreja atrapalha o combate à Aids pois não aceita a camisinha... será que não sabem que a Igreja não aceita o Sexo fora do casamento????
Se já está fora, então já está pecando de qualquer forma, com ou sem camisinha!!!! Vai ser sempre pecado.

A proposta da Igreja, como sempre, é a FIDELIDADE ao Matrimônio, e ABSTINÊNCIA para os que ainda não são casados... simples assim!!!

Esse é o único meio 100% seguro de evitar a Aids, doenças, gravidez na adolescência, mães e pais solteiros, filhos crescendo com avós, indesejados, traumatizados e outras cositas mas!
É difícil? sim! mas ninguém falou que seria fácil ir para o céu. Lembra-se do "entrai pela porta estreita"? Se fosse fácil, que recompensa mereceríamos?
Mas, além da recompensa no céu por termos uma vida regrada, nós católicos PRATICANTES temos ainda a graça de uma vida sem doenças venéreas, sem riscos de ser mãe ou pai solteiros, entre muitos outros benefícios.
Se você se diz Católico e não segue o mandamento do "não pecar contra a castidade", está na hora de rever seus conceitos... ou deixar de se dizer católico!


Abraços fraternos.
João Batista

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Bento XVI reitera que a Igreja combate difusão da AIDS com fidelidade e abstinência



VATICANO, 29 Mai. 09 (ACI) .- O Papa Bento XVI destacou a contribuição da Igreja à luta contra o AIDS na África e reiterou o sério compromisso católico contra a pandemia, através de campanhas que favorecem a fidelidade dentro do matrimônio e a abstinência.


No discurso que pronunciou esta manhã ao novo embaixador da África do Sul na Santa Sé, George Johannes, o Pontífice expressou seu desejo de que na "atual luta contra a pobreza e a corrupção prevaleçam a valentia e a sabedoria que mostrou o povo sul-africano ao confrontar as injustiças passadas"


Do mesmo modo, assegurou que a Igreja "está participando seriamente na campanha contra sua difusão, fazendo insistência na fidelidade dentro do matrimônio e na abstinência fora dele. Além disso, a Igreja oferece muita assistência desde o ponto de vista prático aos que sofrem este flagelo no continente e em todo mundo".


"Animo os indivíduos e instituições de seu país a seguirem apoiando tanto na nação como na região a todos os que procuram aliviar o sofrimento humano através dela investigação, assistência prática e apoio".


Fonte: ACI

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Aids, Papa e Preservativos




MADRI, 20 Mai. 09 (ACI) .


Em uma entrevista concedida à revista francesa Famille chretienne, Dominique Morin, um doente de AIDS que dedica sua vida a educar pessoas sobre este mal, agradeceu ao Papa Bento XVI por ter quebrado o tabu em torno do mito do preservativo.



Na entrevista, difundida em espanhol pela revista Alfa e Omega, Morin destaca o aporte do Pontífice ao recordar que "o homem não se pode resignar a ter comportamentos sexuais com risco (vagabundagem sexual ou homossexual), nem a sociedade fundar uma prevenção da AIDS sobre o fracasso. Ele recordou que o homem está dotado de razão, de liberdade que lhe faz capaz de pensar em seus atos. A solução para o AIDS está nos meios de propagação".



Morin coincide em que "o único meio de pará-lo é evitar os comportamentos de risco. É simples sentido comum, mas não é algo que abunde hoje em dia! Assim que lhe dou as graças ao Papa por ter quebrado o tabu. Ele não nos está falando de uma teoria que se acaba de inventar. Não tem feito mais que recordar o que apregoa a Igreja".



Com 15 anos de experiência em colégios, Morin sustenta que "os jovens hoje só pensam em uma sexualidade impulsiva, instintiva. Esse é seu único horizonte. Agora bem, depois da pergunta: "me diga como conseguir uma garota fácil?"esconde-se uma aspiração profunda: o desejo de amar. Dizer que um jovem está obrigado a ter relações sexuais para descobrir-se e aprender a amar corresponde à lógica freudiana, que é falsa. Existe outra via distinta à pornografia, à masturbação, às relações instáveis... Não dizer-lhes esta verdade equivale a mentir.



Os que lhes dizem que utilizem um preservativo se lavam as mãos e tranqüilizam sua consciência a preço baixo. O jovem se encontra ao limite de seus meios, com relações sem confiança. O preservativo é um engano e uma fraude". Morin contraiu o AIDS nos anos em que levou uma vida licenciosa. "Nos anos 80, eu vivia na delinqüência, a droga, o sexo e a violência política. Em 1986 começou minha conversão. Eu não podia mais com toda essa violência. Com a prática religiosa, tenho descoberto uma felicidade que não conhecia. Decidi a confessar-me, lancei-me! E reencontrei a misericórdia de Deus através do sorriso benevolente do sacerdote e de sua absolvição. Depois, em 1993, descobri que estava infectado de AIDS em fase 4. Já estava fichado!"



Para Morin, o único meio seguro de não transmitir o vírus é a abstinência total. "Eu não sou melhor que os outros doentes. Minha conversão tem me feito trocar minha perspectiva sobre mim mesmo, sobre meu corpo e minha relação com os outros. A oração e os sacramentos me deram as graças necessárias para arrancar meus hábitos e combater minha debilidade. Aprendi a me dominar. Também tenho descoberto minhas relações castas com as garotas. A abstinência sexual é às vezes difícil, mas o prazer do que me privo não me falta realmente, se comparo à vida serena que hoje tenho", sustenta.



Do mesmo modo, esclarece que "jamais se sentiu rejeitado pela Igreja; ao contrário. Ela me abriu as suas portas, acolheu-me tal como era. Senti-me amado. A Igreja diferencia entre a pessoa e seus atos. Antes de minha conversão, eu me sentia condenado pelo que acreditava que eram as propostas da Igreja, porque eu me acreditava um com meus atos. Acreditava que quando a Igreja condenava tal ato, ela condenava ao homem. Agora bem, a vingança de Deus é perdoar, como diz Pagnol. Deus só sabe amar. Ele quer com um amor predileto aos doentes de AIDS".



Aos acusadores da Igreja hoje, Morin recorda que "a Igreja foi primeira em ocupar-se dos doentes de AIDS. Nos anos 80, nos Estados Unidos, o Cardeal O'Connor abriu um serviço especial para acolhê-los, embora se ignorasse então os riscos de contágio. A Madre Teresa criou o primeiro centro dedicado aos doentes de AIDS: O presente de amor, em Nova Iorque. Existem muitos mais hoje em dia por todo mundo".



"A Igreja vê a bondade do homem. O Papa cumpre com seu papel de pai, de pedagogo, quando recorda que o homem está destinado a amar na verdade, e não na mentira, no medo e o risco de morrer. Mostra-nos um caminho exigente, sem pretender agradar-nos nem seduzir-nos. A AIDS se propaga pela promiscuidade. O único meio de contê-la é voltar para a raiz do amor. Todos aspiramos ao amor verdadeiro, baseado na confiança. O verdadeiro inferno não radica em ser castigado pelas conseqüências de nosso pecado, a não ser em ter medo ao amor", conclui.



Fonte: Agência Católica de Notícias ACI

quarta-feira, 6 de maio de 2009

IGREJA E AIDS - A IMPORTÂNCIA DA VERDADE

IGREJA E SIDA - A IMPORTÂNCIA DA VERDADE



Por LUCETTA SCARAFFIA


Fonte: L'Osservatore Romano, Ano XL, Número 13 (2009)



OBS: SIDA significa Síndrome de Imunodeficiência Adquirida; (em inglês AIDS, que significa Acquired Immune Deficiency Syndrome).


Certamente a característica da missão de Bento XVI é a verda­de. É-o para tudo, inclusive para o problema da SIDA e dos preser­vativos, um tema preocupante que — poder-se-ia imaginar facilmente — foi abordado durante a sua viagem à África. No meio das polêmicas suscita­das pelas suas palavras, um dos mais prestigiosos jornais europeus, o britâ­nico «Daily Telegraph», teve a cora­gem de escrever que, sobre o tema dos preservativos, o Papa tem razão. «Certamente a SIDA — lê-se no artigo — apresenta o tema da fragilidade hu­mana e sob este ponto de vista todos devemos interrogar-nos sobre o modo de aliviar os sofrimentos. Mas o Papa é chamado a falar sobre a verdade do homem. É a sua função: ai dele se não o fizesse».



O problema da SIDA apresentou-se imediatamente, desde quando a doen­ça se manifestou nos Estados Unidos nos primeiros anos 80, não só sob o ponto de vista médico, mas também cultural: a explosão da epidemia sur­preendeu uma sociedade que acredita­va ter derrotado todas as doenças in­fecciosas, e desde o início tocou um âmbito, o das relações sexuais, que há pouco tinha sido «libertado» pela re­volução sexual. Com uma doença que punha em discussão o «progresso» al­cançado e que se difundia rapidamen­te graças também à onda de cosmopo­litismo que se estava a realizar com os novos e velozes meios de transportes.


Ficou imediatamente claro que tal patologia era fruto de uma moderni­dade avançada e de uma profunda transformação dos costumes, e que tal­vez a luta para a prevenir tivesse que considerar também estes aspectos. Ao contrário, no mundo ocidental, as campanhas de prevenção foram basea­das exclusivamente no uso dos preser­vativos, dando por certa a obrigação de não exercer alguma interferência nos comportamentos das pessoas. O «progresso» não deveria ser colocado em discussão; nem na África, onde era evidente — e onde até agora é eviden­te, se os dados da Organização Mundial da Saúde sobre a difusão da SIDA fossem lidos com honestidade — que apenas a distribuição de preservativos não pode conter a epidemia.



Na África, o preservativo não é usa­do de maneira «perfeita» — o único que garante 96% de defesa contra a infecção — mas de modo «típico», isto é, com uma utilização não continuada nem apropriada, que oferece 87% de defesa, e além disso dá uma segurança que pode ser perigosa no relaciona­mento com os outros: como se sabe, a SIDA não é transmitida só através da relação sexual, mas também por via hemática, portanto basta um arranhão, um pouco de sangue, para abrir a pos­sibilidade de contágio.


Também é pre­ciso lembrar, como está escrito nas cai­xas dos preservativos nas instruções pormenorizadas sobre o seu uso, que se podem danificar facilmente com o ca­lor — são de látex! — e se forem tocados com mãos ásperas, como as de quem faz trabalhos pesados. Mas as indús­trias farmacêuticas, tão exatas ao assi­nalar estes perigos, depois são as mes­mas que apoiam a lenda segundo a qual a difusão dos preservativos pode salvar a população africana da epide­mia: e pode-se facilmente imaginar que cada idéia para difundir o seu uso é recebida com verdadeiro júbilo pelos seus departamentos comerciais.



O único país da África que obteve bons resultados na luta contra a epide­mia foi Uganda, com o método ABC, no qual A significa abstinência (absti­nence), B fidelidade (being faithful) e C preservativo (condom), um método decerto não totalmente em conformidade com as indicações da Igreja. Até a re­vista «Science» reconheceu em 2004 que a parte de bom êxito do programa foi a mudança de comportamento se­xual, com uma redução de 60% das pessoas que declaravam ter tido várias relações sexuais, e o aumento da per­centagem dos jovens de 15 a 18 anos que se abstiveram do sexo, e escreveu: «Estes dados sugerem que a redução do número de parceiros sexuais e a abs­tinência entre os jovens não casados, ao contrário do uso do preservativo, foram fatores relevantes na redução da incidência do HIV».



Muitos países ocidentais não querem reconhecer a verdade das palavras pro­nunciadas por Bento XVI, quer por motivos econômicos — os preservativos custam, enquanto a abstinência e a fi­delidade são obviamente gratuitos — quer porque temem que dar razão à Igreja sobre um ponto central do com­portamento sexual possa significar um passo atrás na fruição do sexo pura­mente hedonista e recreativo, que é considerada uma importante conquista da nossa época.



O preservativo é exal­tado além das suas efetivas capacida­des de deter a SIDA porque permite à modernidade continuar a crer em si mesma e nos seus princípios, e porque parece restabelecer o controle da situa­ção sem nada mudar. É precisamente porque tocam este ponto nevrálgico, esta mentira ideológica, que as pala­vras do Papa foram tão criticadas. Mas Bento XVI, que o sabia muito bem, permaneceu fiel à sua missão, a de dizer a verdade.





Fonte: L'Osservatore Romano, Edição Semanal em Português, Ano XL, Número 13 (2.049), Sábado 28 de Março de 2009.


Para citar este artigo:

SCARAFFIA, LUCETTA. Apostolado Veritatis Splendor: IGREJA E SIDA - A IMPORTÂNCIA DA VERDADE. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/5681. Desde 24/04/2009.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Por que o celibato do sacerdote?



Jesus Cristo é o verdadeiro sacerdote e foi celibatário; então, a Igreja vê Nele o Modelo do verdadeiro sacerdote que, pelo celibato se conforma ao grande Sacerdote. Jesus deixou claro a sua aprovação e recomendação ao celibato para os sacerdotes, quando disse: “Porque há eunucos que o são desde o ventre de suas mães, há eunucos tornados tais pelas mãos dos homens e há eunucos que a si mesmos se fizeram eunucos por amor do Reino dos céus. Quem puder compreender, compreenda.” (Mateus 19,12)



Nisto Cristo está dizendo que os sacerdotes devem assumir o celibato, como Ele o fez, “por amor ao Reino de Deus”. O sacerdote deve ficar livre dos pesados encargos de manter uma família, educar filhos, trabalhar para manter o lar; podendo assim dedicar-se totalmente ao Reino de Deus. É por isso que desde o ano 306, no Concilio de Elvira, na Espanha, o celibato se estendeu por todo o Ocidente, ate´ que em 1123 o Concílio universal de Latrão I o tornou obrigatório.



É preciso dizer que a Igreja não impõe a celibato a ninguém; ele deve ser assumido livremente, e com alegria, por aqueles que têm essa vocação especial de entregar-se totalmente ao serviço de Deus e da Igreja. É uma graça especial que Deus concede aos chamados ao sacerdócio e à vida religiosa. Assim, o celibato é um sinal claro da verdadeira vocação sacerdotal.



No inicio do Cristianismo a grandeza do celibato sacerdotal ainda não era possível; por isso São Paulo escreve a Timóteo, que S. Paulo colocou como bispo de Éfeso, dizendo: “O epíscopo ou presbítero deve ser esposo de uma só mulher” (1Tm 3, 2). Estaria, por isto, o padre hoje obrigado a casar-se? Não. O Apóstolo tinha em vista uma comunidade situada em Éfeso cujos membros se converteram em idade adulta, com muitos já casados. Dentre esses o Apóstolo deseja que sejam escolhidos para o sacerdócio homens casados (evitando os viúvos recasados).



Já no ano 56, São Paulo, que optou pelo celibato, escrevia aos fiéis de Corinto (1Cor 7,25-35) enfatizando o valor do celibato: “Aos solteiros e às viúvas digo que lhes é bom se permanecessem como eu. Mas se não podem guardar a continência que se casem”. (1Cor 7,8). “Não estás ligado a uma mulher? Não procures mulher”. O Apóstolo se refere às preocupações ligadas ao casamento (orçamento, salário, educação dos filhos…). E Paulo enfatiza:



“Quem não tem esposa, cuida das coisas do Senhor e do modo de agradar à esposa, e fica dividido. Da mesma forma a mulher não casada e a virgem cuidam das coisas do Senhor, a fim de serem santas de corpo e de espírito. Mas a mulher casada cuida das coisas do mundo; procura como agradar ao marido”. “Procede bem aquele que casa sua virgem; aquele que não a casa, procede melhor ainda” (1Cor 7, 38). A virgindade consagrada e o celibato não tinham valor nem para o judeu nem para o pagão. Eles brotam da consciência de que o Reino já chegou com Jesus Cristo.



O último Sínodo dos Bispos sobre a Eucaristia, confirmou o celibato e o Papa Bento XVI expressou isso na Exortação Apostólica pos-sinodal, “Sacramentum Caritatis”, de 22 fev 2007. Disse o Papa:



“Os padres sinodais quiseram sublinhar como o sacerdócio ministerial requer, através da ordenação, a plena configuração a Cristo… é necessário reiterar o sentido profundo do celibato sacerdotal, justamente considerado uma riqueza inestimável e confirmado também pela prática oriental de escolher os bispos apenas de entre aqueles que vivem no celibato (…)



Com efeito, nesta opção do sacerdote encontram expressão peculiar a dedicação que o conforma a Cristo e a oferta exclusiva de si mesmo pelo Reino de Deus. O fato de o próprio Cristo, eterno sacerdote, ter vivido a sua missão até ao sacrifício da cruz no estado de virgindade constitui o ponto seguro de referência para perceber o sentido da tradição da Igreja Latina a tal respeito.


Assim, não é suficiente compreender o celibato sacerdotal em termos meramente funcionais; na realidade, constitui uma especial conformação ao estilo de vida do próprio Cristo. Antes de mais, semelhante opção é esponsal: a identificação com o coração de Cristo Esposo que dá a vida pela sua Esposa. Em sintonia com a grande tradição eclesial, com o Concílio Vaticano II e com os Sumos Pontífices meus predecessores, corroboro a beleza e a importância duma vida sacerdotal vivida no celibato como sinal expressivo de dedicação total e exclusiva a Cristo, à Igreja e ao Reino de Deus, e, consequentemente, confirmo a sua obrigatoriedade para a tradição latina.



O celibato sacerdotal, vivido com maturidade, alegria e dedicação, é uma bênção enorme para a Igreja e para a própria sociedade.”(n.24) O Mahatma Ghandi, hindu, tinha grande apreço pelo celibato. Ele disse: “Não tenham receio de que o celibato leve à extinção da raça humana. O resultado mais lógico será a transferência da nossa humanidade para um plano mais alto… “Vocês erram não reconhecendo o valor do celibato: eu penso que é exatamente graças ao celibato dos seus sacerdotes que a Igreja católica romana continua sempre vigorosa”. (Tomás Tochi, “Gandhi, mensagem para hoje”, Ed. Mundo 3, SP, pp. 105ss,1974)



Alguns querem culpar o celibato pelos erros de uma minoria de padres que se desviam do caminho de Deus. A queda desses padres no pecado não é por culpa do celibato, e sim por falta de vocação, oração, zelo apostólico, mortificação, etc; tanto assim que a maioria vive na castidade e por uma longa vida. Quantos e quantos padres e bispos vivendo em paz e já com seus cabelos brancos!



O casamento poderia trazer muitas dificuldades aos sacerdotes. Não nos iludamos, casados, eles teriam todos os problemas que os leigos têm, quando se casam. O primeiro é encontrar, antes do diaconato, uma mulher cristã exemplar que aceite as muitas limitações que qualquer sacerdote tem em seu ministério. Essa mulher e mãe teria de ficar muito tempo sozinha com os filhos. Depois, os padres casados teriam de trabalhar e ter uma profissão, como os pastores protestantes, para manter a família. Quantos filhos teria? Certamente não todos que talvez desejasse. Teria certamente que fazer o controle da natalidade pelo método natural Billings, que exige disciplina. A esposa aceitaria isso?



Além disso, podemos imaginar como seria nocivo para a Igreja e para os fiéis o contra-testemunho de um padre que por ventura se tornasse infiel à esposa e mãe dos seus filhos! Mais ainda, na vida conjugal não há segredos entre marido e mulher. Será que os fiéis teriam a necessária confiança no absoluto sigilo das confissões e aconselhamentos com o padre casado? Você já pensou se um dos filhos do padre entrasse pelos descaminhos da violência, da bebedeira, das drogas e do sexo prematuro, com o possível engravidamento da namorada?



Tudo isso, mas principalmente a sua conformação a Jesus Cristo, dedicado total e exclusivamente ao Reino de Deus, valoriza o celibato sacerdotal.



Prof. Felipe Aquino – http://www.cleofas.com.br/

sexta-feira, 17 de abril de 2009

MULHER CRIADA POR HOMOSSEXUAL


TESTEMUNHO DE MULHER CRIADA POR HOMOSSEXUAL




“Uma mulher canadense que foi criada em um lar homossexual se dedica agora a assistir a outras pessoas que atravessam a mesma situação e a pedir aos governos do mundo que protejam o matrimônio entre homem e mulher. Conforme informa o site: ForumLibertas.org, Dawn Stefanowicz vive em Ontario, Canadá, com seu marido de toda a vida e seus dois filhos, que educou em casa. Atualmente prepara sua autobiografia e desenvolve um ministério especial no website (em inglês): Brinda ajuda a outras pessoas que como ela cresceram a cargo de um pai homossexual e foram expostos a este estilo de vida.


Stefanowicz explica no site “como em sua infância esteve exposta a trocas de casais gays, praias nudistas e a falta de afirmação em sua feminilidade, como lhe feriu o estilo de vida no qual cresceu, e oferece ajuda, conselho e informação para outras pessoas que cresceram feridas em um ambiente de ‘família’ gay, um estilo de ‘família’ que ela não deseja para ninguém e que acredita que as leis não deveriam apoiar”.


Em seu relato, Stefanowicz explica que devido a uma doença grave de sua mãe ficou aos cuidados de seu pai homossexual quando ainda era uma menina. “Estive exposta a um alto risco de doenças de transmissão sexual devido ao abuso sexual, aos comportamentos de alto risco de meu pai e a vários casais”, relata. “Inclusive quando meu pai estava no que pareciam relações monógamas, continuava fazendo ‘cruising’ procurando sexo anônimo.


Cheguei a me preocupar profundamente, a amar e entender com compaixão o meu pai. Compartilhava comigo o que lamentava da vida. Desgraçadamente, sendo criança alguns adultos abusaram sexual e fisicamente dele. Devido a isto, viveu com depressão, problemas de controle, acessos de raiva, tendências suicidas e compulsão sexual. Tentava satisfazer sua necessidade pelo afeto de seu pai, por sua afirmação e atenção, com relações promíscuas e transitórias. Os (ex) parceiros de meu pai, com os que tratei e cheguei a apreciar com sentimentos profundos, viram suas vidas drasticamente cortadas pela AIDS e o suicídio. Tristemente, meu pai morreu de AIDS em 1991;, recorda.


Segundo Stefanowicz as “experiências pessoais, profissionais e sociais com meu pai não me ensinaram o respeito pela moralidade, a autoridade, o matrimônio ou o amor paterno. Sentia-me temerosamente sossegada porque meu pai não me permitia falar dele, seus colegas de quarto, seu estilo de vida e seus encontros nessa subcultura. Enquanto vivi em casa, tive que viver segundo suas regras”.“Sim, amava meu pai. Mas me sentia abandonada e desprezada porque meu pai me deixava freqüentemente para estar vários dias com seus companheiros. Seus parceiros realmente não se interessavam por mim. Fui danificada pelo mau trato doméstico homossexual, as tentativas sexuais com menores e a perda de parceiros sexuais como se as pessoas fossem só coisas para usar. Procurei consolo, procurei o amor de meu pai em diversos namorados a partir dos 12 anos”, sustenta.


Stefanowicz lembra que “desde tenra idade, se expôs a conversas sexualmente explícitas, estilos de vida hedonistas, subculturas GLBT e estações de férias gay. O sexo me parecia gratuito quando era menina. Expôs a manifestações de sexualidade de todo tipo incluindo sexo em casas de banho, travestismo, sodomia, pornografia, nudismo gay, lesbianismo, bisexualidade, voyeurismo e exibicionismo. Aludia-se ao sadomasoquismo e se mostravam alguns aspectos. As drogas e o álcool freqüentemente contribuíam para baixar as inibições nas relações de meu pai”. “Meu pai apreciava o vestir unissex, os aspectos de gênero-neutro, e a trocar de roupa quando eu tinha 8 anos.


Eu não via o valor das diferenças biologicamente complementares entre homem e mulher. Nem pensava sobre o matrimônio. Fiz votos de nunca ter filhos, porque não cresci em um ambiente de lar seguro, sacrificial, centrado nas crianças“, assinala. “Mais de duas décadas de exposição direta a estas experiências estressantes causaram insegurança, depressão, pensamentos suicidas, medo, ansiedade, baixa auto-estima, insônia e confusão sexual. Minha consciência e minha inocência foram seriamente danificadas. Fui testemunha de que todos os outros membros da família também sofriam“, sustenta Stefanowicz.


Ela assegura que só depois de ter tomado as decisões mais importantes de sua vida, começou a dar-se conta de como a tinha afetado crescer nesse ambiente. “Minha cura implicou olhar de frente a realidade, aceitar as conseqüências a longo prazo e oferecer perdão. Podem imaginar ser forçados a aceitar relações instáveis e práticas sexuais diversas desde curta idade e como afetou a meu desenvolvimento?.


Infelizmente, até que meu pai, seus parceiros sexuais e minha mãe morreram, não pude falar publicamente de minhas experiências“, explica. “Ao final, as crianças serão as vítimas reais e os perdedores do matrimônio legal do mesmo sexo.


Que esperança posso oferecer a crianças inocentes sem voz? Governos e juízes devem defender o matrimônio entre homem e mulher e excluir todos os outros, pelo bem de nossas crianças”, conclui”.




Fonte: Blog do Prof. Felipe Aquino (Canção Nova)


Recebido de MSG Cristã: :mailto:msg_crist%40hotmail.com

terça-feira, 31 de março de 2009

POR QUE TANTO ESTUPRO?




O Brasil ficou horrorizado com o caso da menina de 9 anos em Pernambuco, estuprada muitas vezes por seu padrasto, um jovem de 23 anos. Ela ficou grávida de dois gêmeos, assassinados em seu ventre materno.


Muitos até se perderam na discussão sobre a excomunhão dos que fizeram o aborto dos gêmeos da garota grávida, algo que está previsto no Código de Direito Canônico da Igreja (cânon 1398), desde a sua aprovação em 1983, e que não deveria ser surpresa para ninguém, uma vez que não é algo novo.


O Arcebispo de Olinda e Recife apenas deu ciência dessa norma da Igreja aos católicos. Mas não podemos esquecer esse crime horrível que é o estupro, essa violência diabólica contra uma menina ou mesmo contra uma moça ou mulher desprotegida. É hora de perguntar por que cresce essa violência; não só no Brasil, mas também na Europa.


O Catecismo da Igreja Católica (CIC) diz que – “O estupro designa a penetração à força, com violência, na intimidade sexual de uma pessoa. Fere a justiça e a caridade. O estupro lesa profundamente o direito de cada um ao respeito, à liberdade, à integridade física e moral. Provoca um dano grave que pode marcar a vítima por toda a vida. É sempre um ato intrinsecamente mau. Mais grave ainda é o estupro cometido pelos pais (cf. incesto) ou educadores contra as crianças que lhes são confiadas” (CIC § 2356).


Conheci a palavra “estupro” já adulto, porque quando eu era criança, e mesmo jovem, nunca tinha ouvido falar dela; simplesmente porque os casos que existiam desse crime era raríssimo. Hoje, ao contrário, qualquer jovem e criança começam a saber do que se trata; por quê? A resposta é muito simples: porque há um sexismo doentio que permeia a sociedade, levando as pessoas a buscar o prazer sexual a qualquer preço, mesmo que seja à custa do crime.


Como cresce o número de assédios sexuais e de estupro! Por quê? Sem a menor dúvida, porque estamos mergulhados até o nariz em uma perversa cultura, na qual o sexo é colocado simplesmente com um meio de prazer, independentemente de seu nobre sentido unitivo e procriador do casal, unido pelo sacramento do matrimônio.


Fora disso o sexo é perigoso, destruidor, causador de brigas, separações, gestações indesejadas, divórcios, estupros, doenças venéreas e outros males. Por isso a Igreja, “doutora em humanidade” (Paulo VI), repudia a vida sexual antes ou fora do matrimônio, e o tem como grave pecado.


“Guarda-te, meu filho, de toda a fornicação: fora de tua mulher, não te autorizes jamais um comércio criminoso” (Tb 4,13). “Mas o corpo não é para a fornicação, e sim para o Senhor, e o Senhor é para o corpo” (1Cor 6,13). “Fugi da fornicação. Qualquer outro pecado que o homem comete é fora do corpo, mas o impuro peca contra o seu próprio corpo” (1Cor 6,18).


Essa cultura medonha, suja, indecente, baixa, asquerosa, lastreada na profanação do corpo humano, esquecendo-se de que este é templo sagrado do Espírito Santo (cf. 1Cor 12,27; 3, 16; 6, 15-20) é a causa de tantos males e também dos estupros. Como pode a juventude se comportar dentro dos padrões morais, que recomendam a castidade e o respeito ao corpo, quando ela assiste o Presidente da República, em pleno Carnaval, na Marquês de Sapucaí, distribuindo cartelas de “camisinhas” aos foliões? Que mensagem um jovem faz em sua mente? É esta: “O sexo é livre; não precisa de compromisso com o outro; é apenas uma curtição; e agora pago pelas autoridades...”.


A partir daí vale tudo; inclusive o estupro, para aqueles que não conseguem por bem o prazer que procuram. Que comportamento pode ter um jovem que vê o Ministério da “Educação” colocar máquinas de distribuir camisinhas nas escolas públicas, vendo a sociedade se calar e sem coragem de denunciar esse atentado à educação?


Que controle sobre suas paixões pode ter um jovem que vê o seu professor de Ciências entrar na sala de aula com um kit sexual (pênis de borracha, camisinha, DIU, pílula abortiva do dia seguinte, etc.), para ensinar seus alunos a fazerem “sexo seguro”? Na verdade, esse sexo livre, ensinado nas escolas, é inseguro, porque é sujo, pecaminoso e perverso. Pois o sexo ensinado pela lei de Deus não é inseguro; é belo, gera os filhos, aproxima o casal.


Os adolescentes estão aprendendo, então, na escola, que o sexo é apenas um meio de prazer, prazer e prazer, independente de seu sentido e de suas consequências. Isso tudo vai desembocar nas milhares de meninas grávidas, estupradas, jovens doentes, etc. Dá para entender por que tanto estupro, assédio sexual, etc.?


Quem semeia vento colhe tempestade.



Felipe Aquino


Fonte: Mensagem Cristã: msg_crist@hotmail.com

terça-feira, 24 de março de 2009

O que Igreja diz e o que não diz sobre preservativo

BARCELONA, quinta-feira, 19 de março de 2009 (ZENIT.org).


Ao ler os jornais, dá a impressão de que a Igreja diz que, se uma pessoa vai ter relações com uma prostituta, não deve utilizar o preservativo, reconhece o presidente da associação dos médicos católicos do mundo.



José Maria Simón Castellví ilustra com este exemplo a superficialidade com que alguns meios de comunicação informaram sobre as palavras de Bento XVI nesta terça-feira, a bordo do avião que o levava a Camarões, quando esclareceu que o preservativo não é a solução para a AIDS.



«A Igreja defende a fidelidade, a abstinência e a monogamia como as melhores armas», indica o presidente da Federação Internacional de Médicos Católicos (FIAMC) em uma declaração concedida à Zenit.


Contudo, a mídia e inclusive alguns representantes políticos acusaram a Igreja de promover a AIDS na África. Obviamente, esclarece o médico, a Igreja não está dizendo que se pode manter todo tipo de relações sexuais promíscuas, com a condição de não utilizar o preservativo.



O Dr. Simón explica que, para entender o que a Igreja diz sobre o preservativo, é necessário compreender o que é o amor, como explicou o próprio Papa aos jornalistas, apesar de que essa parte de sua conversa foi censurada pela maior parte dos meios de comunicação.



«O preservativo é uma barreira, mas uma barreira com limites que muitas vezes se abrem. Especialmente em jovens pode não ser produtivo no que diz respeito à transmissão do vírus», acrescenta.



«Os médicos católicos estão a favor do conhecimento científico – declara. Não dizemos as coisas só por carga ideológica. Da mesma maneira que admitimos que um adultério de pensamento não transmite nenhum vírus mas é algo mal, devemos dizer que os preservativos têm seus perigos. Barreiras limitadas.»



O médico ilustra a posição da Igreja usando um caso histórico, recolhido por meios informativos.
Em Yaoundé, em 1993, aconteceu a VII Reunião Internacional sobre a AIDS com especialistas médicos e de saúde. Foi uma reunião da qual participaram cerca de 300 congressistas, e se distribuiu ao final um questionário para que se indicasse, entre outras coisas, se se havia tido relações sexuais durante os três dias que durou a reunião com pessoas que não fossem parceiros estáveis.



Dos pesquisados, 28% responderam que sim, e destes, 30% disseram que não haviam tomado «precaução» alguma para evitar contágios.



«Se isso ocorre entre pessoas ‘conscientizadas’, o que ocorrerá entre as pessoas normais?», pergunta.


Fonte: Zenit.com