
terça-feira, 23 de outubro de 2007
A Igreja Católia e o Holocausto

segunda-feira, 22 de outubro de 2007
DEVOÇÃO DA MEDALHA MILAGROSA
DEVOÇÃO DA MEDALHA MILAGROSA(N. Sra. das Graças ´ 27 de novembro)
quinta-feira, 18 de outubro de 2007
Cinco razões contra a adoção por homossexuais
Segundo a especialista Trayce Hansen, em primeiro lugar, as crianças necessitam do amor de uma mãe e um pai, que são equivalentemente importantes mas qualitativamente distintos.
A segunda razão é que as crianças progridem através de certas etapas de desenvolvimento durante as quais necessitam de uma mãe e outras nas que necessitam de um pai.
Em quarto lugar, as uniões do mesmo sexo aumentam a insegurança e experimentação sexual entre os jovens.
Para ler o artigo completo de Hansen em inglês, pode-se visitar: http://www.drtraycehansen.com/Pages/writings_samesex.html
quarta-feira, 17 de outubro de 2007
Convite
Divido com vocês um convite da Canção Nova. Mesmo de nossas casas, possamos participar, via rádio ou TV desse momento tão importante dessa Comunidade abençoada que é a Canção Nova.
terça-feira, 16 de outubro de 2007
O Controle Populacional Brasileiro
Prof. Humberto L. Vieira
Presidente da Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família
Membro da Pontifícia Academia para a Vida
Consultor do Pontifício Conselho para a Família
A família, fonte da vida, berço da vida, célula da sociedade tem sido objeto de preocupação nos dias de hoje.
Ao abordar o tema "Contraceptivos" desejo inicialmente conceituar o que entendemos por "Planejamento Familiar" e distingui-lo de "Controle de População".
Muita agente confunde, ou toma como sinônimo essas expressões.
O que vem acontecendo é que os promotores do controle de população usam a expressão "planejamento familiar’ como eufemismo para significar ‘controle de população’.
Quando falamos em "planejamento familiar" queremos dizer que o casal livremente escolhe o número de filhos que pode ter e o espaçamento entre os nascimentos.
Já o "controle de população" entende-se que alguém, o Estado, um País ou as Nações Unidas estipulam a quantidade de filhos que o casal deve ter para logo instituírem uma série de pressões para que o casal tenha aquele determinado número de filhos. São coisas bem diferentes!
Os documentos da Igreja preferem chamar o planejamento familiar de regulação da fertilidade para fugir à ambigüidade de conceitos. Preocupado com esses assuntos o Santo Padre João Paulo II criou 2 órgãos no Vaticano: Um para se dedicar aos assuntos da vida - a Pontifícia Academia para a Vida, outro para a família - o Pontifício Conselho para a Família. Esses órgãos não somente oferecem subsídios científicos ao Santo Padre como produzem estudos e documentos para orientação do Povo de Deus.
Um documento americano conhecido por "Relatório Kissinger" (Implicações do Crescimento Populacional para a Segurança e os Interesses Externos dos Estados Unidos), estabelece que casal deverá ter 2 ou 3 filhos para que não cresça a população mundial e oferece as diretrizes para esse objetivo.
As estratégias para conseguir esses objetivos são camufladas e nem sempre percebidas pelo público.
Entre nós alguns exemplos de pressões para reduzir o tamanho da família, incluem:
a) o salário família, criado para ajudar na manutenção dos filhos e que em alguns países é um instrumento para aumento de nascimentos, entre nós tem um valor simbólico de R$0,15 por dependente;
b) O desconto, para o Imposto de Renda, das despesas com instrução é limitado a um valor que às vezes nem cobre o pagamento de uma mensalidade escolar (principalmente se o filho(a) estuda numa universidade);
c) Os empréstimos externos não são aplicados em educação e saúde. Os hospitais públicos estão em condições precárias. A educação com falta de salas de aulas e os profissionais dessas instituições com salários aviltrados;
d) as casas populares, dos programas habitacionais, com apenas 2 cômodos (quarto e cozinha-banheiro) e, em alguns casos com apenas uma dependência. Isso para a família de baixa renda, quando sabemos que geralmente tem uma família numerosa;
e) o salário mínimo, que antes daria para manter uma família, hoje se torna irrisório e sem nenhum incentivo para aliviar a pressão sobre a classe pobre.
Sem dúvida essas são medidas para punir famílias com muito filhos.
Com isso e a grande propaganda nos meios de comunicação o casal chega à conclusão de que hoje, em dia, não se pode ter muitos filhos. A vida está difícil, a escola cara, os serviços médicos impossíveis de serem pagos. A casa onde moram não comporta mais um membro da família, etc.
O que se está fazendo hoje no Brasil é ‘controle de população’ com a distribuição maciça de contraceptivos, com a prática da esterilização e com o aborto, muitos desses programas financiados com centenas de milhares de dólares de organizações e entidades internacionais .
Essa situação foi denunciada pelo Santo Padre, João Paulo II em sua Encíclica "Evangaelium Vitae".
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Monsenhor Padre Jonas

domingo, 7 de outubro de 2007
O que é ser Feliz

A sede de felicidade foi colocada em nosso coração pelo próprio Deus, porque Ele nos criou para sermos felizes com Ele. Mas o pecado desvirtuou o sentido da felicidade; e agora, ao invés de buscarmos a felicidade que traz alegria, corremos atrás da felicidade que traz somente o prazer.
Inventaram agora um tal SEGREDO, através do qual você pode satisfazer todos os seus desejos não atendidos até hoje; é um sonho, uma miragem no deserto. A felicidade não é esta proposta por esta magia fantasiosa. A Carta da Felicidade é aquela que Jesus nos ensinou no Sermão da Montanha.
Ser feliz não é ter uma vida perfeita, sem dor e sem lágrimas; mas saber usar as lágrimas para regar a esperança e a alegria de viver. Ser feliz é saber usar as pedras nas quais tropeçamos para reforçar as bases da paciência e da tolerância. Não é apenas se encantar com os aplausos e elogios; mas saber encontrar uma alegria perene no anonimato.
(...)
Prof. Felipe Aquino – http://www.cleofas.com.br/ -
quinta-feira, 4 de outubro de 2007
INFALIBILIDADE DO PAPA
(...) Infalibilidade Papal não é sinônimo de Impecabilidade Papal. Dizer que o Papa não erra quando ensina sobre Fé e Moral a toda Igreja, não é dizer que ele não peca.
Deus quer que todos conheçam a Verdade, que é anunciada aos homens pela pregação e pelo ensino. Logo, quem prega e quem ensina a Verdade não pode errar, não pode ensinar o erro, pois então já não ensinaria a Verdade mas a Mentira.
Por isso Deus desde tempos remotos instituiu Seu Magistério através de pessoas autorizadas, que gozando de um carisma especial, anunciariam a Verdade sem defeito, sem mancha, sem ruga, sem mácula.
A autoridade do Magistério foi dada primeiro a Moisés, depois aos Levitas e anciãos de Israel (cf. Deut 31,9-13). Também foi dada aos Reis (cf. 2 Cr 34,30). Como se vê não cabia ao povo ler e pedir a Deus entendimento da Escritura, pois sem autoridade não há unidade.
No tempo de Cristo, o Magistério era exercido pelos escribas e fariseus (...)
Como é claro no testemunho bíblico Jesus não deu esta autoridade a todos os crentes, mas somente a Pedro, pois Ele como chefe de toda Igreja deveria confirmar seus irmãos na Verdade: "Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como o trigo; mas eu roguei por ti, para que a tua confiança não desfaleça; e tu, por tua vez, confirma os teus irmãos" (Lc 22,31-32).
O dogma da infalibilidade papal que foi declarado no Concílio do Vatiano I (1869-1870), não é uma invenção do século XIX, mas apenas uma confirmação do que sempre foi crido na Igreja.
Desde os tempos da Igreja nascente, os Papas eram considerados mestres da Fé, cuja doutrina deveria era confiável e deveria ser acatada.(...)
LIMA, Alessandro. Apostolado Veritatis Splendor: Protestante pergunta sobre a Infalibilidade Papal. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/4602 . Desde 3/10/2007.
terça-feira, 2 de outubro de 2007
Abortos do Silêncio
Julio Severo
“Josias tinha oito anos de idade quando se tornou rei de Judá. Ele governou trinta e um anos em Jerusalém. A mãe dele se chamava Jedida e era filha de Adaias, da cidade de Boscate. Josias fez o que agrada ao Senhor; ele seguiu o exemplo do seu antepassado, o rei Davi, e não se desviou nem para um lado nem para o outro.” (2 Reis 22:1-2)
Josias foi um rei notável. Ele era tão sensível ao Espírito de Deus que, em sua vida pessoal, ele não queria deliberadamente se afastar de Deus.
Entretanto, Josias estava com um problema sério. Ele e os crentes de sua nação estavam, sem saber, pecando contra Deus por ignorância. Eles estavam cometendo certos tipos de pecado porque não tinham nenhum exemplar do Livro da Lei escrito por Moisés. Tudo o que ele e os crentes de seu país sabiam sobre a Lei de Deus era o que os seus antepassados lhes haviam ensinado. No entanto, com o passar do tempo várias partes da Lei foram sendo negligenciadas e esquecidas porque os seus antepassados tinham deixado que as práticas do mundo influenciassem as suas vidas.
Então quando fez 26 anos de idade, Josias passou pela maior experiência de sua vida. Enquanto o Templo do Senhor estava sendo consertado, o Livro da Lei escrito por Moisés foi achado! Quando os funcionários do governo abriram o Livro e o leram, eles ficaram pasmados. Eles o leram para o rei Josias, e ele também ficou pasmado. Josias sentiu-se mal, envergonhado e triste. Lendo o Livro ele descobriu que ele e o povo vinham pecando contra Deus sem perceber o que estavam fazendo! Por anos o coração de Josias só queria agradar ao Senhor. Mas, apesar de todo o amor que tinha por Deus, ele vinha pecando contra Deus por não o conhecer melhor!
Será que a mesma coisa também poderia acontecer em nossos dias? Claro que sim. Por exemplo, um crente que ama a Deus pode, ao mesmo tempo, entender mal algum mandamento específico. Ele corre assim o risco de pecar contra Deus por ignorância. Há também o caso em que ele pode amar a Deus e entender corretamente um mandamento específico, mas não compreende bem os fatos envolvidos. O resultado é que a falta de informações poderá levá-lo a pecar contra Deus por ignorância.
Um exemplo desse último tipo de situação seria uma cristã usando dispositivos e substâncias químicas que, sem ela saber, colocam em risco a vida de um bebê bem no começo de uma gravidez. É claro, nenhuma mulher evangélica teria a coragem de expor deliberadamente um bebê recém-concebido a esse tipo de perigo, pois nós evangélicos somos firmemente contra o aborto e o consideramos violação clara e deliberada do Quinto Mandamento: NÃO MATARÁS.
Nenhuma mulher evangélica sincera pensaria em usar algo que pode abortar uma criança inocente. Apesar disso, muitas esposas cristãs usam o Dispositivo Intra-Uterino (DIU) sem saber que sua função é causar micro-abortos. Muitas cristãs também usam as modernas pílulas “anticoncepcionais” sem saber de modo adequado como esse método realmente controla a natalidade. Elas não sabem que, em parte, a função dessas pílulas é abortar um ser humano bem no começo da gravidez! Sim, você está lendo direito — as modernas pílulas “anticoncepcionais” têm como uma de suas funções causar “abortos no silêncio” de seres humanos já concebidos.
Oração de Hoje
Recebi por e-mail essa linda mensagem... não tenho os créditos, mas quem com carinho colocou essa bela música nesse lindo cenário, merece o nosso agradecimento!
Que Deus abençõe seu dia!
Ecclesiae Dei
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
O Silêncio de Deus
Segue uma historinha que recebi por e-mail, com um enorme significado...
Paz e Bem
Ecclesiae Dei
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Uma antiga lenda norueguesa narra este episódio sobre um homem chamado Haakon, que cuidava de uma ermida à qual muita gente vinha orar com devoção. Nesta ermida havia uma cruz muito antiga, e muitos vinham ali para pedir a Cristo que fizesse algum milagre.
Certo dia, o eremita Haakon quis também pedir-lhe um favor. Impulsionava-o um sentimento generoso.
Ajoelhou-se diante da cruz e disse:
-Senhor, quero padecer por vós. Deixai-me ocupar o vosso lugar. Quero substituir-vos na Cruz. E permaneceu com o olhar pendente da cruz, como quem espera uma resposta.
O Senhor abriu os lábios e falou. As suas palavras caíam do alto, sussurrantes e admoestadoras:
-Meu servo, cedo ao teu desejo, mas com uma condição.
- Qual é, Senhor?, perguntou com acento suplicante Haakon. É uma condição difícil? Estou disposto a cumpri-la com a tua ajuda!
-Escuta-me: Aconteça o que acontecer, e vejas tu o que vires, deves guardar sempre o silêncio.
Haakon respondeu:
- Prometo-o, Senhor!
E fizeram a troca sem que ninguém o percebesse. Ninguém reconheceu o eremita pendente da cruz; quanto ao Senhor, ocupava o lugar de Haakon.
-Durante muito tempo, este conseguiu cumprir o seu compromisso e não disse nada a ninguém.
Certo dia, porém, chegou um rico. Depois de orar, deixou ali esquecida a sua bolsa. Haakon viu-o e calou. Também não disse nada quando um pobre, que veio duas horas mais tarde, se apropriou da bolsa do rico. E também não quando um rapaz se prostrou diante dele pouco depois para pedir-lhe a sua graça antes de empreender uma longa viagem. Nesse momento, porém, o rico tornou a entrar em busca da bolsa. Como não encontrasse, pensou que o rapaz se teria apropriado dela; voltou-se para ele e interpelou com raiva:
-Dá-me a bolsa que me roubaste!
O jovem, surpreso, replicou-lhe:
-Não roubei nenhuma bolsa!
- Não mintas; devolve-me já!
- Repito que não apanhei nenhuma bolsa!
O rico arremeteu furioso contra ele. Soou então uma voz forte:
- Para!
O rico olhou para cima e viu que a imagem lhe falava. Haakon, que não conseguiu permanecer em silêncio diante daquela injustiça, gritou-lhe, defendeu o jovem e censurou o rico pela falsa acusação. Este ficou aniquilado e saiu da ermida. E o jovem saiu também porque tinha pressa para empreender a sua viagem.
Quando a ermida ficou vazia, Cristo dirigiu-se ao seu servo e disse-lhe:
- Desce da Cruz. Não serves para ocupar o meu lugar. Não soubeste guardar silêncio.
- Mas, Senhor, como podia eu permitir essa injustiça?
Trocaram de lugar. Cristo voltou a ocupar a cruz e o eremita permaneceu diante dela. O Senhor continuou a falar-lhe:
- Tu não sabias que era conveniente para o rico perder a bolsa, pois trazia nela o preço da virgindade de uma jovem. O pobre, pelo contrário, tinha necessidade desse dinheiro e fez bem em levá-lo; quanto ao rapaz que ia receber os golpes, a suas feridas o teriam impedido de fazer a viagem que, para ele, foi fatal: faz uns minutos que o seu barco acaba de soçobrar e que ele se afogou. Tu também não sabias isto; mas eu sim. E por isso me calo.
E o Senhor tornou a guardar silêncio.
Muitas vezes nos perguntamos por que Deus não nos responde. Por que Deus se cala? Muitos de nós quereríamos que nos respondesse o que desejamos ouvir, mas Ele não o faz: responde-nos com o silêncio. Deveríamos aprender a escutar esse silêncio.
O Divino Silêncio é uma palavra destinada a convencer-nos de que Ele, sim, sabe o que faz.
Com o seu silêncio, diz-nos carinhosamente: "Confia em mim, sei o que é preciso fazer!





