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domingo, 7 de outubro de 2007

O que é ser Feliz




A sede de felicidade foi colocada em nosso coração pelo próprio Deus, porque Ele nos criou para sermos felizes com Ele. Mas o pecado desvirtuou o sentido da felicidade; e agora, ao invés de buscarmos a felicidade que traz alegria, corremos atrás da felicidade que traz somente o prazer.
Inventaram agora um tal SEGREDO, através do qual você pode satisfazer todos os seus desejos não atendidos até hoje; é um sonho, uma miragem no deserto. A felicidade não é esta proposta por esta magia fantasiosa. A Carta da Felicidade é aquela que Jesus nos ensinou no Sermão da Montanha.


Ser feliz não é ter uma vida perfeita, sem dor e sem lágrimas; mas saber usar as lágrimas para regar a esperança e a alegria de viver. Ser feliz é saber usar as pedras nas quais tropeçamos para reforçar as bases da paciência e da tolerância. Não é apenas se encantar com os aplausos e elogios; mas saber encontrar uma alegria perene no anonimato.


(...)


Ser feliz é ter força para ser firme, mas ter coragem para ser gentil; é ter coragem para ter dúvida. Ser feliz é ter o universo como caminho; o amor como lei; a paz como abrigo; a experiência como escola; a dificuldade como estímulo; o trabalho como benção; o equilíbrio como atitude; a dor como advertência; a perfeição como meta. Ser feliz é amar a Deus e ao próximo.
Prof. Felipe Aquino – http://www.cleofas.com.br/ -

Do livro: PARA SER FELIZ


Quer ler o texto inteiro? Clique no link

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

INFALIBILIDADE DO PAPA


Seguem trechos de um texto interessante para tirar nossas dúvidas a respeito da INFALIBILIDADE DO PAPA.



Paz e bem



Ecclesiae Dei






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Por Prof. Alessandro Lima


(...) Infalibilidade Papal não é sinônimo de Impecabilidade Papal. Dizer que o Papa não erra quando ensina sobre Fé e Moral a toda Igreja, não é dizer que ele não peca.
Deus quer que todos conheçam a Verdade, que é anunciada aos homens pela pregação e pelo ensino. Logo, quem prega e quem ensina a Verdade não pode errar, não pode ensinar o erro, pois então já não ensinaria a Verdade mas a Mentira.
Por isso Deus desde tempos remotos instituiu Seu Magistério através de pessoas autorizadas, que gozando de um carisma especial, anunciariam a Verdade sem defeito, sem mancha, sem ruga, sem mácula.
A autoridade do Magistério foi dada primeiro a Moisés, depois aos Levitas e anciãos de Israel (cf. Deut 31,9-13). Também foi dada aos Reis (cf. 2 Cr 34,30). Como se vê não cabia ao povo ler e pedir a Deus entendimento da Escritura, pois sem autoridade não há unidade.
No tempo de Cristo, o Magistério era exercido pelos escribas e fariseus (...)


Jesus prometeu que Sua Igreja jamais ensinaria o erro, afirmando que as portas do inferno jamais prevaleceriam sobre Ela (cf Mt 16,18). O Salvador disse isto após conferir a S. Pedro as Chaves do Reino do Céu, o poder de ligar e desligar, o poder de definir e julgar o que é certo e errado. Vejamos a citação completa: "E eu te declaro: tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja; as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que ligares na terra será ligado nos céus, e tudo o que desligares na terra será desligado nos céus" (Mt 16,18-19).



Como é claro no testemunho bíblico Jesus não deu esta autoridade a todos os crentes, mas somente a Pedro, pois Ele como chefe de toda Igreja deveria confirmar seus irmãos na Verdade: "Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como o trigo; mas eu roguei por ti, para que a tua confiança não desfaleça; e tu, por tua vez, confirma os teus irmãos" (Lc 22,31-32).

Logo, a autoridade Petrina é fonte de toda autoridade e unidade na Igreja de Deus. Pois a Pedro foi dado o poder de dar a última palavra (“confirma os teus irmãos”). Logo, quando Pedro se pronuncia não há mais um ou duas palavras na Igreja, mas uma só. (...)


Conseqüentemente Pedro não pode ensinar o erro aos fiéis. Quando ensina sobre Fé e Moral a toda Igreja, goza de um carisma especial dado por Cristo, pois a Igreja sendo coluna e fundamento da Verdade (cf. 1Tm 3,15), não pode ensinar o erro jamais. (...)


O dogma da infalibilidade papal que foi declarado no Concílio do Vatiano I (1869-1870), não é uma invenção do século XIX, mas apenas uma confirmação do que sempre foi crido na Igreja.
Desde os tempos da Igreja nascente, os Papas eram considerados mestres da Fé, cuja doutrina deveria era confiável e deveria ser acatada.(...)


Em 258 d.C S. Cripriano escreve: "A cátedra de Roma é a cátedra de Pedro, a Igreja principal, de onde se origina a unidade sacerdotal" (Cipriano, +258, Epístola 55,14). (...)



Para ler o texto todo:
LIMA, Alessandro. Apostolado Veritatis Splendor: Protestante pergunta sobre a Infalibilidade Papal. Disponível em http://www.veritatis.com.br/article/4602 . Desde 3/10/2007.



terça-feira, 2 de outubro de 2007

Abortos do Silêncio

Segue um texto interessante, evangélico e muito ungido... para pensarmos... será que andamos, como Josias, desagradando a Deus em nossas vidas sem saber?



Como algumas drogas de planejamento familiar podem causar micro-aborto
Julio Severo
“Josias tinha oito anos de idade quando se tornou rei de Judá. Ele governou trinta e um anos em Jerusalém. A mãe dele se chamava Jedida e era filha de Adaias, da cidade de Boscate. Josias fez o que agrada ao Senhor; ele seguiu o exemplo do seu antepassado, o rei Davi, e não se desviou nem para um lado nem para o outro.” (2 Reis 22:1-2)
Josias foi um rei notável. Ele era tão sensível ao Espírito de Deus que, em sua vida pessoal, ele não queria deliberadamente se afastar de Deus.
Entretanto, Josias estava com um problema sério. Ele e os crentes de sua nação estavam, sem saber, pecando contra Deus por ignorância. Eles estavam cometendo certos tipos de pecado porque não tinham nenhum exemplar do Livro da Lei escrito por Moisés. Tudo o que ele e os crentes de seu país sabiam sobre a Lei de Deus era o que os seus antepassados lhes haviam ensinado. No entanto, com o passar do tempo várias partes da Lei foram sendo negligenciadas e esquecidas porque os seus antepassados tinham deixado que as práticas do mundo influenciassem as suas vidas.
Então quando fez 26 anos de idade, Josias passou pela maior experiência de sua vida. Enquanto o Templo do Senhor estava sendo consertado, o Livro da Lei escrito por Moisés foi achado! Quando os funcionários do governo abriram o Livro e o leram, eles ficaram pasmados. Eles o leram para o rei Josias, e ele também ficou pasmado. Josias sentiu-se mal, envergonhado e triste. Lendo o Livro ele descobriu que ele e o povo vinham pecando contra Deus sem perceber o que estavam fazendo! Por anos o coração de Josias só queria agradar ao Senhor. Mas, apesar de todo o amor que tinha por Deus, ele vinha pecando contra Deus por não o conhecer melhor!
Será que a mesma coisa também poderia acontecer em nossos dias? Claro que sim. Por exemplo, um crente que ama a Deus pode, ao mesmo tempo, entender mal algum mandamento específico. Ele corre assim o risco de pecar contra Deus por ignorância. Há também o caso em que ele pode amar a Deus e entender corretamente um mandamento específico, mas não compreende bem os fatos envolvidos. O resultado é que a falta de informações poderá levá-lo a pecar contra Deus por ignorância.
Um exemplo desse último tipo de situação seria uma cristã usando dispositivos e substâncias químicas que, sem ela saber, colocam em risco a vida de um bebê bem no começo de uma gravidez. É claro, nenhuma mulher evangélica teria a coragem de expor deliberadamente um bebê recém-concebido a esse tipo de perigo, pois nós evangélicos somos firmemente contra o aborto e o consideramos violação clara e deliberada do Quinto Mandamento: NÃO MATARÁS.
Nenhuma mulher evangélica sincera pensaria em usar algo que pode abortar uma criança inocente. Apesar disso, muitas esposas cristãs usam o Dispositivo Intra-Uterino (DIU) sem saber que sua função é causar micro-abortos. Muitas cristãs também usam as modernas pílulas “anticoncepcionais” sem saber de modo adequado como esse método realmente controla a natalidade. Elas não sabem que, em parte, a função dessas pílulas é abortar um ser humano bem no começo da gravidez! Sim, você está lendo direito — as modernas pílulas “anticoncepcionais” têm como uma de suas funções causar “abortos no silêncio” de seres humanos já concebidos.

Oração de Hoje



Recebi por e-mail essa linda mensagem... não tenho os créditos, mas quem com carinho colocou essa bela música nesse lindo cenário, merece o nosso agradecimento!

Que Deus abençõe seu dia!

Ecclesiae Dei

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

O Silêncio de Deus

Segue uma historinha que recebi por e-mail, com um enorme significado...

Paz e Bem
Ecclesiae Dei

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Uma antiga lenda norueguesa narra este episódio sobre um homem chamado Haakon, que cuidava de uma ermida à qual muita gente vinha orar com devoção. Nesta ermida havia uma cruz muito antiga, e muitos vinham ali para pedir a Cristo que fizesse algum milagre.
Certo dia, o eremita Haakon quis também pedir-lhe um favor. Impulsionava-o um sentimento generoso.
Ajoelhou-se diante da cruz e disse:
-Senhor, quero padecer por vós. Deixai-me ocupar o vosso lugar. Quero substituir-vos na Cruz. E permaneceu com o olhar pendente da cruz, como quem espera uma resposta.
O Senhor abriu os lábios e falou. As suas palavras caíam do alto, sussurrantes e admoestadoras:
-Meu servo, cedo ao teu desejo, mas com uma condição.
- Qual é, Senhor?, perguntou com acento suplicante Haakon. É uma condição difícil? Estou disposto a cumpri-la com a tua ajuda!
-Escuta-me: Aconteça o que acontecer, e vejas tu o que vires, deves guardar sempre o silêncio.
Haakon respondeu:
- Prometo-o, Senhor!
E fizeram a troca sem que ninguém o percebesse. Ninguém reconheceu o eremita pendente da cruz; quanto ao Senhor, ocupava o lugar de Haakon.
-Durante muito tempo, este conseguiu cumprir o seu compromisso e não disse nada a ninguém.
Certo dia, porém, chegou um rico. Depois de orar, deixou ali esquecida a sua bolsa. Haakon viu-o e calou. Também não disse nada quando um pobre, que veio duas horas mais tarde, se apropriou da bolsa do rico. E também não quando um rapaz se prostrou diante dele pouco depois para pedir-lhe a sua graça antes de empreender uma longa viagem. Nesse momento, porém, o rico tornou a entrar em busca da bolsa. Como não encontrasse, pensou que o rapaz se teria apropriado dela; voltou-se para ele e interpelou com raiva:
-Dá-me a bolsa que me roubaste!
O jovem, surpreso, replicou-lhe:
-Não roubei nenhuma bolsa!
- Não mintas; devolve-me já!
- Repito que não apanhei nenhuma bolsa!
O rico arremeteu furioso contra ele. Soou então uma voz forte:
- Para!
O rico olhou para cima e viu que a imagem lhe falava. Haakon, que não conseguiu permanecer em silêncio diante daquela injustiça, gritou-lhe, defendeu o jovem e censurou o rico pela falsa acusação. Este ficou aniquilado e saiu da ermida. E o jovem saiu também porque tinha pressa para empreender a sua viagem.
Quando a ermida ficou vazia, Cristo dirigiu-se ao seu servo e disse-lhe:
- Desce da Cruz. Não serves para ocupar o meu lugar. Não soubeste guardar silêncio.
- Mas, Senhor, como podia eu permitir essa injustiça?
Trocaram de lugar. Cristo voltou a ocupar a cruz e o eremita permaneceu diante dela. O Senhor continuou a falar-lhe:
- Tu não sabias que era conveniente para o rico perder a bolsa, pois trazia nela o preço da virgindade de uma jovem. O pobre, pelo contrário, tinha necessidade desse dinheiro e fez bem em levá-lo; quanto ao rapaz que ia receber os golpes, a suas feridas o teriam impedido de fazer a viagem que, para ele, foi fatal: faz uns minutos que o seu barco acaba de soçobrar e que ele se afogou. Tu também não sabias isto; mas eu sim. E por isso me calo.
E o Senhor tornou a guardar silêncio.
Muitas vezes nos perguntamos por que Deus não nos responde. Por que Deus se cala? Muitos de nós quereríamos que nos respondesse o que desejamos ouvir, mas Ele não o faz: responde-nos com o silêncio. Deveríamos aprender a escutar esse silêncio.
O Divino Silêncio é uma palavra destinada a convencer-nos de que Ele, sim, sabe o que faz.
Com o seu silêncio, diz-nos carinhosamente: "Confia em mim, sei o que é preciso fazer!

Oração pedindo intercessão a João Paulo II


Partilho hoje com vocês uma oração importante :


ORAÇÃO PEDINDO GRAÇAS POR INTERCESSÃO DO SERVO DE DEUS O PAPA JOÃO PAULO II

Ó Trindade Santa,

nós vos agradecemos por ter dado à Igrejao papa João Paulo II

e por ter feito resplandecer nele a ternura da vossa Paternidade,

a glória da cruz de Cristo e

o esplendor do Espírito de amor.

Confiado totalmente na vossa infinita misericórdia

e na materna intercessão de Maria,

ele foi para nós uma imagem viva de Jesus Bom Pastor,

indicando-nos a santidade

como a mais alta medida da vida cristã ordinária,

caminho para alcançar a comunhão eterna convosco.

Segundo a vossa vontade, concedei-nos, por sua intercessão,

a graça que imploramos,

na esperança de que ele seja logo inscrito

no número dos vossos santos.

Amém.


Com aprovação Eclesiástica:

CARD. CAMILLO RUINI Vigário General do Santo Padrepara a Diocese de Roma